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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Minho mais perto de ser destino “in”

O "Minho IN" vai revolucionar a imagem de ruralidade daquela região do Norte do País. Trata-se de um plano que envolve um investimento global público-privado na ordem dos 400 milhões de euros até 2013, no qual 80% dos projectos são na área do turismo. A construção de sete campos de golfe, redes de termas e de aldeias e solares, desportos náuticos, fluviais, da natureza e equestres, assim como a consolidação da rede hoteleira são algumas das apostas do "Minho IN".


A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal faz parte do consórcio que junta as comunidades intermunicipais Minho-Lima, Ave e Cávado, assim como as associações de desenvolvimento destas regiões. Em declarações ao Publituris, Melchior Moreira, presidente da ERT Porto e Norte aplaudiu este projecto já que considerou ser "um investimento importantíssimo para a região Norte, embora o Minho seja um sub-destino regional". O responsável admitiu verificar que neste projecto há um grande investimento do sector privado e uma aposta clara no segmento Golfe, "o que apesar de não ser um produto prioritário, é emergente e merece especial atenção" no que respeita à promoção por parte da ERT. O Turismo Náutico, Saúde-e-Bem-Estar, Gastronomia e Vinhos são outros dos produtos que serão alavancados com este projecto para a região. "Espero que o 'Minho IN' possa ter uma afirmação diferente, mais competitiva ao nível nacional e internacional", rematou.

Publituris

Porto bate recorde de assistência da Red Bull Air Race - 720 mil espectadores

720 mil pessoas lotaram as margens do Douro no dia da corrida, vencida pelo britânico Paul Bonhomme. Mais do que as 630 mil de Budapeste, que tinha sido o recorde da época. E o Porto vai voltar a acolher a competição.

Quem tivesse dúvidas sobre a continuação, ano após ano, do tremendo sucesso da festa dos aviões nas margens de Porto e Gaia, teve ontem a resposta: 720 mil pessoas lotaram todos os espaços possíveis, desde que houvesse o mínimo de visibilidade sobre o Douro. Em vez de perder espectadores, o Air Race do Douro ganha-os a cada edição que passa. Desta vez, houve um recorde absoluto de assistência no dia das corridas. Durante a semana de preparação da prova, André Carvalho, director de marketing da Red Bull Portugal, duvidava que pudessem caber nas zonas históricas de Porto e Gaia mais do que as 650 mil pessoas, que marcaram presença no dia de corridas do ano passado. Porém, este ano, a marca foi superada em 70 mil espectadores, segundo uma estimativa feita através de dados recolhidos pelos helicópteros da organização.

O recorde atinge proporções planetárias, já que, também segundo dados da organização, a etapa portuense bateu os números de público das outras quatro etapas que se tinham realizado até ao momento. A maior assistência da temporada tinha acontecido em Budapeste, com 630 mil pessoas nas margens do Danúbio. Windsor, no Canadá, também se aproximou destes números.

Já as etapas de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e de San Diego, nos Estados Unidos, estiveram abaixo das expectativas em termos de público. Os 720 mil entusiastas dos ases da aviação que ontem emolduraram os centros históricos de Porto e Gaia representaram um novo recorde, depois das 200 mil pessoas que no sábado terem chegado para alcançar a marca de maior assistência num dia de qualificações.

Feliz com o banho de multidão nas margens do Douro e com a promoção turística que um evento transmitido para 137 países em todo o mundo traz à cidade, o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, salientou o enorme retorno mediático e financeiro - calculado em valores estimados entre os 17 e os 23 milhões de euros, num estudo realizado pela Faculdade de Economia do Porto -, aproveitando para deixar a porta aberta para as regresso dos aviões no próximo ano. "Tinha algumas dúvidas se, nesta terceira edição, nós conseguíamos ter o mesmo nível de assistência nas margens do rio. Efectivamente, verifica-se que não há menos gente que em anos anteriores, antes pelo contrário", referiu o autarca portuense, que disse não poder garantir a cem por cento o regresso dos aviões no próximo ano por uma questão meramente eleitoral. O contrato de três anos entre a Red Bull e as entidades portuguesas terminou ontem e, apesar de haver negociações em curso, conforme revelou Fernando Figueiredo, da organização portuguesa da prova - facto confirmado Rui Rio -, o edil ainda não pôde anunciar de forma categórica o regresso do espectáculo dos céus no próximo triénio: "Se ganhar as eleições, tenho obrigação de manter esta aposta. Há conversações com a Redbull e disponibilidade deles para continuarem a vir ao Porto, agora, neste momento, não me posso comprometer com algo que poderá não passar por mim no futuro." A assinatura de novo acordo depende também da Câmara de Gaia, que já terá revelado o seu interesse em manter o evento para os próximos três anos - Luís Filipe Menezes até já falou em aumentar o investimento, que ronda o meio milhão de euros por cada autarquia. Uma iniciativa que, a concretizar-se, terá de voltar a congregar esforços entre as autarquias, o poder central e entidades que trazem patrocínios de peso, em particular, o Turismo do Porto e do Norte de Portugal.

Diário de Notícias

Cruzeiros em Leixões crescem 60%

A Administração do Porto de Lisboa (APL) divulgou o ranking 2008 dos portos de cruzeiros, de onde se retira que o terminal lisboeta foi o maior porto nacional, o quinto maior da Península Ibérica, o número 27 na Europa, e o 60º no mundo inteiro. Em termos ibéricos, o Porto do Funchal ocupou o sexto lugar, enquanto Portimão ficava em 21º. Tendo em conta os cruzeiros de mediterrâneo, Lisboa ocupa o 25º lugar, seguido do Porto do Funchal.Da lista disponibilizada pela APL destaca-se Miami, como infraestrutura que mais navios recebe no mundo. No contexto europeu, Barcelona é a cidade rainha dos cruzeiros, ocupando o primeiro lugar, e o sexto no mundo inteiro. No ano passado, os turistas que chegaram a Lisboa de cruzeiro valeu à APL a subida de um lugar no ranking europeu para o 27º lugar, graças ao nono maior crescimento em tráfego de passageiros num universo de 29 , com uma subida de 33,5%. Segundo este ranking, o porto com maior crescimento de 2007 para 2008 foi o Porto de Portimão, com um aumento de passageiros na ordem dos 93,5%, seguido de Leixões com uma subida de 60,5%, e o Funchal com um aumento de de passageiros situado nos 20,1%. No ano passado, apenas o Porto do Funchal caiu em tráfego de passageiros, 23,2% em relação a 2007.

Publituris

HostelPorto.com

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Incluir ERT's Porto/Norte e Centro é prioridade para ANERT

"Muito em breve vão ser criadas condições para que a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, e também a do Centro de Portugal possam vir a integrar a ANERT", garantiu Nuno Aires, presidente do Turismo do Algarve, eleito por unanimidade na passada sexta-feira para presidir à direcção da Associação Nacional das Entidades Regionais de Turismo - ANERT. Mais admitiu o responsável que a inclusão destas duas ERT's será mesmo a sua primeira tarefa na associação recém criada: "Da minha parte tudo farei para que isso aconteça". Recorde-se que há cerca de quatro meses, aquelas duas ERT's decidiram não integrar a ANERT por discórdia relativamente aos critérios do peso dos votos dos associados (ler artigo em: www.publituris.pt/2009/05/06/regioes-unidas-mas-pouco).Nuno Aires adiantou também ao Publituris que outra das prioridades da associação passa por convidar as direcções de turismo das regiões autónomas da Madeira e dos Açores a fazerem parte da ANERT, sendo que, nesse sentido, "já foram endereçados convites que foram recebidos com agradável surpresa", confirmou.

Publituris

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Oferta formativa duplica no Norte

Com as novas escolas de Hotelaria e Turismo do Porto e de Santa Maria da Feira, apresentadas na sexta-feira pelo presidente do Turismo de Portugal, a oferta formativa actual passa de 340 para 700 alunos por ano.A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP), criada em 1968, vai ocupar as instalações históricas da Escola Secundária Artística Soares dos Reis. Trata-se de uma intervenção da autoria do arquitecto Carlos Prata, com um custo previsto de 9,5 milhões de euros, e que deverá aumentar a capacidade de 190 para 400 alunos. A nova escola será dotada de 11 salas de aula, uma sala de enologia e um bar, duas salas de informática, Centro de Novas Oportunidades, biblioteca e mediateca, ginásio, auditório com 236 lugares, self-service/cafetaria, restaurante de aplicação, hotel escola com 16 quartos, bem como vários tipos de cozinhas.

Por sua vez, o projecto da nova Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira (EHTSMF), uma iniciativa conjunta do Turismo de Portugal e da autarquia, e também desenvolvido pela Parque Escolar EPE, tem um investimento de 6,5 milhões de euros. A escola, da autoria da arquitecta Felismina Topa, terá capacidade para 300 alunos, duplicando a actual oferta formativa de profissionais do sector.
A nova unidade, com abertura prevista para o ano lectivo 2010/2011, conta com duas cozinhas de produção, cozinhas individuais, anfiteatro de cozinha, self-service com capacidade para 120 pessoas, bar de aplicação, restaurante de aplicação com 50 lugares, 12 salas teóricas, um auditório, sala de informática e biblioteca.

O Turismo de Portugal gere, actualmente, 16 escolas de Hotelaria e Turismo em todo o país, com 3000 alunos em formação.

Publituris

sábado, 12 de setembro de 2009

11 milhões para promover o Douro

Trinta agentes públicos e privados ligados ao Douro vão investir cerca de 11 milhões de euros em projectos de promoção e animação turística.

O programa decorre até 2011 e pretende captar e manter mais visitantes. É a primeira vez que a região do Douro tem um conjunto de eventos organizados, articulados e calendarizados, tendo em vista o mesmo objectivo: fazer com que os turistas encontrem atractivos que os façam permanecer mais do que as 1,46 noites que a estatística actual demonstra. O programa engloba eventos dispersos por todos os meses do ano e resulta da implementação do Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro, que, através do Programa Operacional Regional do Norte, vai financiar os 30 projectos com sete milhões e meio de euros.

O chefe da Estrutura da Missão do Douro, Ricardo Magalhães, diz que a promoção da notoriedade de um destino turístico como a região duriense "não pode dispensar um plano de marketing e um programa de animação". Por isso, várias entidades deram as mãos e, concertadamente, vão divulgar o Douro em todo o Mundo, com mais ênfase na Galiza e em Castela e Leão (Espanha). "Quando ao fim do primeiro ano fizermos o balanço, estou convencido que os resultados vão demonstrar que o esforço valeu a pena", perspectivou o responsável. Certo é que conseguir os objectivos, em dois ou três anos, significa "aumentar para duas noites a média de permanência dos turistas na região", adiantou o presidente da Turismo do Douro, António Martinho.

Entre os 30 projectos aprovados, o da Turismo do Douro é o que prevê o maior investimento. São cerca de 1,2 milhões de euros para marketing e promoção turística. Segue-se a iniciativa "Douro Vivo 2009/10" da Fundação Museu do Douro com 865 mil euros, o evento "Douro Emoções", organizado pela Câmara de Vila Real, com 720 mil; e 580 mil para a criação do "Portal Douro" na Internet, a cargo do Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro, que será uma espécie de montra da região na rede global.

Os restantes projectos são direccionados para a consolidação, promoção e animação da Rede de Aldeias Vinhateiras ou a criação de uma Rede de Monumentos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Turismo: o que os partidos lhe reservam

A escassas semanas das eleições legislativas - que por sinal coincidem com o Dia Mundial do Turismo comemorado a 27 de Setembro - o Publituris andou a estudar as propostas eleitorais dos partidos políticos para o Turismo. A verdade é que depois de analisar os programas eleitorais, é relativamente simples perceber o peso que este sector tem para cada um dos partidos políticos. E é isso mesmo que lhe propomos, com uma apresentação sintética dos programas do PS, PSD, CDS/PP, CDU e Bloco de Esquerda. Confira.

A visão da esquerda

No seu programa eleitoral, o partido do actual Governo reserva ao Turismo o papel de motor para "reforçar a competitividade empresarial". Como tal, identifica em seis alíneas as linhas mestras para que este sector consiga "aproximar Portugal da liderança mundial".

Assim, no domínio da oferta turística, propõe-se sobretudo a um trabalho de continuidade das políticas que implementou durante o mandato. Saliente-se, contudo, a criação de um "novo Programa de Intervenção no sector do Turismo, focalizando a sua intervenção na requalificação de infra-estruturas, nomeadamente em Centros de Congressos e em regiões com forte potencial de desenvolvimento deste produto turístico". No domínio da oferta formativa, o Partido Socialista propõe-se "prosseguir o trabalho de certificação internacional das escolas de hotelaria e turismo do Turismo de Portugal, em parceria com escolas internacionais de referência", assim como "colocar na próxima legislatura 1.000 jovens em formação no posto de trabalho", e também "reestruturar as profissões do turismo, tornando-as mais adequadas à realidade do mercado". No que toca à procura turística, o PS pretende desenvolver um novo acordo de promoção turística para Portugal, "reforçando os montantes financeiros envolvidos, a parceria público privada existente, e a criação de condições para a integração de novos parceiros". Ainda neste domínio, propõe-se "alinhar o transporte aéreo, em todas as suas vertentes, com as prioridades do turismo, designadamente ao nível da competitividade das infra-estruturas aeroportuárias, da articulação Turismo / Transpor-tadora Aérea Nacional, da captação de novas rotas e da promoção do País". Também está nos planos do PS "rever o quadro regulatório do sector". O objectivo do partido, diz, passa por "melhorar a competitividade face aos seus concorrentes mais directos" e, ao mesmo tempo, "reforçar a capacidade de combate à evasão fiscal".

A CDU considera o Turismo essencialmente como "factor de dinamização económica" - em particular do mercado interno - e enquanto componente de coesão para "garantir a competitividade e viabilidade económica dos destinos e empresas nacionais". O partido comunista defende também a democratização desta actividade, que deve ser acessível a várias camadas sociais. O combate à sazonabilidade, a diversificação dos mercados emissores, a salvaguarda e valorização do património natural e cultural, a afirmação das regiões de turismo enquanto entidades ligadas ao poder local e regional, são outras das responsabilidades que a CDU atribui ao Turismo. Já o Bloco de Esquerda propõe "acabar com o regime dos PIN e PIN+", e também "repensar a escala dos investimentos e a sua sustentabilidade, garantido a defesa dos interesses das populações locais e a sua qualidade de vida". Como tal, considera necessário "limitar a componente residencial dos empreendimentos turísticos e sujeitá-la à exploração turística, impedindo a conversão de unidades de alojamento turísticas em habitação". O partido refere ainda que "os conjuntos turísticos com componente residencial devem obedecer ao regime das operações de loteamento e à apresentação de plano de pormenor". Por outro lado chama a atenção no seu programa que "há que acabar com os benefícios fiscais (ex. isenção de IMI) a este tipo de empreendimentos e aumentar o contributo fiscal da componente residencial". Em suma, o BE defende que a escolha dos projectos turísticos a desenvolver deve ter como principais critérios "a criação de emprego permanente e a articulação e potenciação das actividades económicas e geradoras de emprego na região, os quais devem obedecer à estratégia para a sustentabilidade e aos instrumentos de gestão territorial".

Outra das propostas passa pela dinamização do turismo cultural, em particular nas cidades de média dimensão. O BE também acredita no desenvolvimento de programas como é o caso das Aldeias do Xisto e das Aldeias Históricas como forma de garantir a reabilitação do património arquitectónico, assegurando ao mesmo tempo a atractividade dos territórios.

A visão da direita

O programa apresentado pelo PSD para o Turismo resume intenções baseadas na requalificação, valorização e promoção dos recursos turísticos do País, "para a criação de um produto turístico de qualidade, inovador e diferenciado".

Mais, o partido propõe-se actualizar "os instrumentos estratégicos de planeamento e organização da actividade turística", e ao mesmo tempo criar "uma rede nacional de territórios com elevado potencial de visitação turística". Além disso, é intenção do PSD criar "uma estratégia agressiva de promoção de Portugal no exterior como destino turístico seguro, qualificado, moderno, ambientalmente sustentável e apetecível".

"O turismo é certamente a área de desenvolvimento económico em que em Portugal revela maior potencial". É desta forma que o CDS/PP se refere ao Turismo fazendo questão de sublinhar que já fez já prova da importância institucional que esta actividade lhe merece ao ter assumido, "pela primeira vez na nossa história", as responsabilidades de um Ministério do Turismo. Na sua proposta eleitoral, o partido inclui críticas ao Governo, apresenta respostas e um "caderno de encargos" para o Turismo em que constam as seguintes linhas de acção: "Focar o objectivo da política de turismo no crescimento da receita por turista, mais do que no número de turista; apostar nos factores de diferenciação do destino turístico português; mar, património e cultural, conferências e eventos, natureza, golfe, itinerários religiosos; aproveitar a oportunidade dada pela União Europeia, baixando o IVA da restauração. Em contrapartida, concertar medidas de combate à evasão; ter uma política de candidaturas a eventos de nível mundial; Simplificar a legislação do turismo e agrupá-la num Código de Turismo e das Actividades Turísticas; e complementar o ensino público com oferta de formação mais simplificada, em colaboração com os privados".


Publituris

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Ferreira Leite promete gestão autónoma para Aeroporto Sá Carneiro

«Temos uma posição absolutamente clara e sem qualquer espécie de equívoco. Sejam quais forem as soluções que vierem a ser tomadas no futuro, nunca o Aeroporto Sá Carneiro será incluído num monopólio privado de gestão dos aeroportos. Será sempre algo que será considerado autónomo», afirmou Ferreira Leite.

A presidente do PSD falava no final de uma reunião com a Junta Metropolitana do Porto (JMP), a que faltaram os autarcas das cinco câmaras lideradas pelo PS, Matosinhos, Vila do Conde, Santo Tirso, Espinho e Arouca.

«Relativamente a questão do metropolitano, parece-me absolutamente inaceitável que, tendo havido um acordo entre a Área Metropolitana do Porto e o Governo para determinados objectivos, esses objectivos não tenham sido cumpridos e, portanto, ter-se-á de repor justamente tudo aquilo que estava acordado», realçou.

A gestão do metro do Porto voltará a ser maioritariamente da responsabilidade da junta metropolitana e não do Governo, como foi decidido pelo actual Executivo.

TSF