Com arranque previsto para o último trimestre de 2010, será apresentado dia 9 de Junho, no Hotel Infante Sagres (Porto) o programa piloto que visa a qualificação turística do Norte de Portugal, através da formação dos profissionais que lidam directamente com os turistas (restauração, transportes, entre outros). Com apoio da Organização Mundial do Turismo e a presença de Richard Teare, presidente da Global University of Lifelong Learning (GULL), o projecto fará daquela região "a primeira região turística mundial com um programa de qualificação transversal para a excelência do serviço e do destino", informa o comunicado avançando que está prevista a aplicação do programa a partir de 2011.
Via Publituris
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Norte do país qualificado
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Barómetro IPDT: “ERT’s devem ser responsáveis pela promoção interna e externa”
As Entidades Regionais de Turismo devem ser responsáveis não apenas pela promoção interna do turismo, como também junto dos mercados externos, é a opinião de 58,8% dos inquiridos da 29ª edição do Barómetro Academia do Turismo, contra 41,2% que considera que as ERT's devem concentrar as responsabilidades de promoção interna. Ainda de acordo com os resultados desta sondagem efectuada pelo IPDT, a maioria dos inquiridos (73%) vê com bons olhos a recente reorganização administrativa do sector turístico. Cerca de metade (46%) considera "bom" o impacto motivado pela reestruturação (para as actuais 11 ERT's), contra 27% não encara a reforma como uma oportunidade de tornar mais eficiente a promoção turística das diferentes regiões.No momento em que a Ryanair se prepara para inaugurar a primeira rota de baixo custo entre Porto e Faro, o painel foi também auscultado sobre a exploração das rotas internas nacionais por parte de companhias aéreas low cost. A esmagadora maioria dos inquiridos (87,1%) concorda com esta situação, enquanto que 8,6% partilha de opinião contrária. Nota ainda para uma pequena percentagem dos inquiridos (1,4%) que apoia a exploração de ligações aéreas domésticas por parte de empresas de baixo custo, desde que a rota Lisboa-Porto não seja abrangida. Passado o período do Verão, o Barómetro Academia do Turismo procurou ainda avaliar o desempenho do turismo nacional, comparativamente ao mesmo período de 2008. Os resultados vão ao encontro do esperado. Recorde-se que na edição 27 do Barómetro, lançada em Abril de 2009, o painel já previa um Verão mais fraco ao nível dos principais indicadores turísticos.
Novo modelo de financiamento do TP assenta em gestão por objectivos
De salientar que, apesar de os contratos assinados com as 11 ERT's dizerem respeito a 2009, todas as Entidades foram sendo financiadas ao longo deste ano de modo a garantir o funcionamento das mesmas. Recorde-se que o modelo agora contratualizado com o TP na presença do Secretário de Estado do Turismo e dos representantes das 11 Entidades Regionais de Turismo prevê que os 20,6 milhões de euros definidos este ano pelo Orçamento de Estado como receitas das ERT's, lhes sejam distribuídos segundo os critérios que estão previsto na Lei. Na ocasião, Bernardo Trindade disse acreditar que "esta é uma nova etapa de responsabilidade, de aplicar bons princípios de gestão e um bom partida para as novas Entidades. O SET deixou ainda um apelo às 11 ERT's: "É preciso caminhar no sentido de diminuir o peso da estrutura porque assim estaremos a disponibilizar mais financiamento para a promoção das regiões".
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Turismo de Coimbra lança nova rota turística da 1ª Dinastia
"Rota da 1ª Dinastia" é a nova ferramenta promocional da Turismo de Coimbra, E.M. lançada ontem. Trata-se de um novo roteiro sobre a cidade, um percurso especializado que está acessível online (www.turismodecoimbra.pt), com recurso a monumentos modelados em 3D, que permite realizar uma visita virtual ao património cultural. A rota "permite sublinhar, de forma muito atractiva, o papel central de Coimbra na formação do reino de Portugal", sublinha a Turismo de Coimbra no comunicado enviado à redacção.A propósito da nova plataforma e do novo guia sobre a cidade de Coimbra também apresentado, Luís Alcoforado, presidente do Conselho de Administração da Turismo de Coimbra, E.M., comentou que "avançamos significativamente na informação turística que disponibilizamos aos nossos visitantes".
Publituris
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Elisa e Couto unem Porto e Gaia
Num gesto simbólico, os candidatos juntaram-se a bordo de um barco no Douro a apresentar ideias para facilitar o atravessamento do rio que separa as duas cidades. Elisa Ferreira defendeu o alargamento do tabuleiro inferior da ponte D. Luís e o licenciamento de barcos para atravessar o rio. "Há promotores e gente interessada", afirmou a candidata do PS.
Também Joaquim Couto culpa os actuais presidentes das duas autarquias da falta de articulação de projectos entre as duas margens. "As propostas são muitas e os projectos e os planos também já existem sendo que as circunstâncias políticas e pessoais dos dois presidentes de câmara não têm permitido pô-los em prática", afirmou o socialista adversário de Luís Filipe Menezes, em Gaia.
"O rio Douro tem de ser um factor de união e não de separação entre as duas cidades", resumiu Elisa Ferreira, neste encontro no Douro, que reuniu também alguns arquitectos de renome, entre os quais Nuno Portas e Manuel Correia Fernandes. Este último é o número dois da lista de Elisa.
Bloco de Esquerda reafirma ser contra privatização do Aeroporto do Porto
O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara do Porto, João Teixeira Lopes, apresentou hoje um conjunto de medidas relacionadas com o turismo e a animação da cidade, manifestando-se contra a privatização do Aeroporto do Porto.
As ideias do candidato bloquista à autarquia portuense foram discutidas com os empresários do sector durante o debate promovido pela APHORT - Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo que decorreu no Hotel Infante Sagres.
"A principal questão que se coloca é que todo o desenvolvimento da cidade tem sido feito sem olhar para a hotelaria, comércio e restauração", explicou à Lusa João Teixeira Lopes, que deu o exemplo do Plano Director Municipal (PDM) da cidade, que permite "a concentração de grandes superfícies comerciais que têm feito o comércio a retalho sofrer elevadas perdas".
João Teixeira Lopes manifestou a clara oposição do BE em relação à privatização do Aeroporto do Porto, salientando neste aspecto um claro afastamento de opinião "quer em relação a Rui Rio, quer em relação a Elisa Ferreira". "Privatizar o aeroporto seria colocá-lo à mercê de interesses particulares divergentes, que resultaria num aeroporto destroçado", disse o bloquista que considera que a infra-estrutura "deve permanecer nas mãos do Estado mas com uma participação regional dum concelho consultivo".
Para o candidato do BE à Câmara do Porto "o que faz a produtividade das cidades não é a repetição de receitas mas sim a diferença" e "é o sentido de lugar" que tem permitido a algumas áreas - design, estética, hotéis de charme - adaptar-se ao contexto internacional.
João Teixeira Lopes acusou a Câmara do Porto de falta de "pró-actividade na formação e modernização dos operadores turísticos", considerando que a fórmula de sucesso para a promoção dos estabelecimentos é um "funcionamento em rede, por áreas e recorrendo a sinergias". A falta de uma rede de animação dos espaços públicos da cidade do Porto é outra das acusações feitas pelo BE à actual gestão camarária.
Outra das grandes preocupações de João Teixeira Lopes em relação à cidade tem a ver com a saída de população do Porto, que foi o "segundo concelho que mais população perdeu entre 2001 e 2005". "Numa cidade sem gente, não há turismo nem comércio que aguente", concluiu o candidato do BE.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Turismo: o que os partidos lhe reservam
A escassas semanas das eleições legislativas - que por sinal coincidem com o Dia Mundial do Turismo comemorado a 27 de Setembro - o Publituris andou a estudar as propostas eleitorais dos partidos políticos para o Turismo. A verdade é que depois de analisar os programas eleitorais, é relativamente simples perceber o peso que este sector tem para cada um dos partidos políticos. E é isso mesmo que lhe propomos, com uma apresentação sintética dos programas do PS, PSD, CDS/PP, CDU e Bloco de Esquerda. Confira.
A visão da esquerda
No seu programa eleitoral, o partido do actual Governo reserva ao Turismo o papel de motor para "reforçar a competitividade empresarial". Como tal, identifica em seis alíneas as linhas mestras para que este sector consiga "aproximar Portugal da liderança mundial".
Assim, no domínio da oferta turística, propõe-se sobretudo a um trabalho de continuidade das políticas que implementou durante o mandato. Saliente-se, contudo, a criação de um "novo Programa de Intervenção no sector do Turismo, focalizando a sua intervenção na requalificação de infra-estruturas, nomeadamente em Centros de Congressos e em regiões com forte potencial de desenvolvimento deste produto turístico". No domínio da oferta formativa, o Partido Socialista propõe-se "prosseguir o trabalho de certificação internacional das escolas de hotelaria e turismo do Turismo de Portugal, em parceria com escolas internacionais de referência", assim como "colocar na próxima legislatura 1.000 jovens em formação no posto de trabalho", e também "reestruturar as profissões do turismo, tornando-as mais adequadas à realidade do mercado". No que toca à procura turística, o PS pretende desenvolver um novo acordo de promoção turística para Portugal, "reforçando os montantes financeiros envolvidos, a parceria público privada existente, e a criação de condições para a integração de novos parceiros". Ainda neste domínio, propõe-se "alinhar o transporte aéreo, em todas as suas vertentes, com as prioridades do turismo, designadamente ao nível da competitividade das infra-estruturas aeroportuárias, da articulação Turismo / Transpor-tadora Aérea Nacional, da captação de novas rotas e da promoção do País". Também está nos planos do PS "rever o quadro regulatório do sector". O objectivo do partido, diz, passa por "melhorar a competitividade face aos seus concorrentes mais directos" e, ao mesmo tempo, "reforçar a capacidade de combate à evasão fiscal".
A CDU considera o Turismo essencialmente como "factor de dinamização económica" - em particular do mercado interno - e enquanto componente de coesão para "garantir a competitividade e viabilidade económica dos destinos e empresas nacionais". O partido comunista defende também a democratização desta actividade, que deve ser acessível a várias camadas sociais. O combate à sazonabilidade, a diversificação dos mercados emissores, a salvaguarda e valorização do património natural e cultural, a afirmação das regiões de turismo enquanto entidades ligadas ao poder local e regional, são outras das responsabilidades que a CDU atribui ao Turismo. Já o Bloco de Esquerda propõe "acabar com o regime dos PIN e PIN+", e também "repensar a escala dos investimentos e a sua sustentabilidade, garantido a defesa dos interesses das populações locais e a sua qualidade de vida". Como tal, considera necessário "limitar a componente residencial dos empreendimentos turísticos e sujeitá-la à exploração turística, impedindo a conversão de unidades de alojamento turísticas em habitação". O partido refere ainda que "os conjuntos turísticos com componente residencial devem obedecer ao regime das operações de loteamento e à apresentação de plano de pormenor". Por outro lado chama a atenção no seu programa que "há que acabar com os benefícios fiscais (ex. isenção de IMI) a este tipo de empreendimentos e aumentar o contributo fiscal da componente residencial". Em suma, o BE defende que a escolha dos projectos turísticos a desenvolver deve ter como principais critérios "a criação de emprego permanente e a articulação e potenciação das actividades económicas e geradoras de emprego na região, os quais devem obedecer à estratégia para a sustentabilidade e aos instrumentos de gestão territorial".
Outra das propostas passa pela dinamização do turismo cultural, em particular nas cidades de média dimensão. O BE também acredita no desenvolvimento de programas como é o caso das Aldeias do Xisto e das Aldeias Históricas como forma de garantir a reabilitação do património arquitectónico, assegurando ao mesmo tempo a atractividade dos territórios.
A visão da direita
O programa apresentado pelo PSD para o Turismo resume intenções baseadas na requalificação, valorização e promoção dos recursos turísticos do País, "para a criação de um produto turístico de qualidade, inovador e diferenciado".
Mais, o partido propõe-se actualizar "os instrumentos estratégicos de planeamento e organização da actividade turística", e ao mesmo tempo criar "uma rede nacional de territórios com elevado potencial de visitação turística". Além disso, é intenção do PSD criar "uma estratégia agressiva de promoção de Portugal no exterior como destino turístico seguro, qualificado, moderno, ambientalmente sustentável e apetecível".
"O turismo é certamente a área de desenvolvimento económico em que em Portugal revela maior potencial". É desta forma que o CDS/PP se refere ao Turismo fazendo questão de sublinhar que já fez já prova da importância institucional que esta actividade lhe merece ao ter assumido, "pela primeira vez na nossa história", as responsabilidades de um Ministério do Turismo. Na sua proposta eleitoral, o partido inclui críticas ao Governo, apresenta respostas e um "caderno de encargos" para o Turismo em que constam as seguintes linhas de acção: "Focar o objectivo da política de turismo no crescimento da receita por turista, mais do que no número de turista; apostar nos factores de diferenciação do destino turístico português; mar, património e cultural, conferências e eventos, natureza, golfe, itinerários religiosos; aproveitar a oportunidade dada pela União Europeia, baixando o IVA da restauração. Em contrapartida, concertar medidas de combate à evasão; ter uma política de candidaturas a eventos de nível mundial; Simplificar a legislação do turismo e agrupá-la num Código de Turismo e das Actividades Turísticas; e complementar o ensino público com oferta de formação mais simplificada, em colaboração com os privados".
Publituris
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ferreira Leite promete gestão autónoma para Aeroporto Sá Carneiro
«Temos uma posição absolutamente clara e sem qualquer espécie de equívoco. Sejam quais forem as soluções que vierem a ser tomadas no futuro, nunca o Aeroporto Sá Carneiro será incluído num monopólio privado de gestão dos aeroportos. Será sempre algo que será considerado autónomo», afirmou Ferreira Leite.
A presidente do PSD falava no final de uma reunião com a Junta Metropolitana do Porto (JMP), a que faltaram os autarcas das cinco câmaras lideradas pelo PS, Matosinhos, Vila do Conde, Santo Tirso, Espinho e Arouca.
«Relativamente a questão do metropolitano, parece-me absolutamente inaceitável que, tendo havido um acordo entre a Área Metropolitana do Porto e o Governo para determinados objectivos, esses objectivos não tenham sido cumpridos e, portanto, ter-se-á de repor justamente tudo aquilo que estava acordado», realçou.
A gestão do metro do Porto voltará a ser maioritariamente da responsabilidade da junta metropolitana e não do Governo, como foi decidido pelo actual Executivo.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Entrevista Porto e Norte de Portugal: Promoção interna e externa juntas numa entidade
A Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal está a actuar no terreno com que prioridades?
A Turismo do Porto e Norte de Portugal, E.R. está em fase de estabilização e consolidação da sua estrutura organizacional e funcional.
Estamos a actuar no terreno no sentido de posicionar a nossa logomarca traduzindo uma identidade coerente e integrada assente na dinamização dos produtos estratégicos, especificamente, MI e City & Short Breaks; Touring Cultural & Paisagístico e Patrimónios; Saúde e Bem-Estar; Turismo de Natureza; Turismo Religioso; Gastronomia e Vinhos, sugerindo uma ancoragem numa lógica de produtos estratégicos, capaz de delinear o percurso a seguir de harmonia com o desiderato da política para o sector como alavanca da economia nacional.
Temos já, em pleno funcionamento, duas Delegações de Produto Estratégico, respectivamente, Turismo de Saúde e Bem-Estar (Chaves) e Turismo de Natureza (Bragança), que se traduzem em estruturas profissionalizadas e especializadas na implementação, desenvolvimento, consolidação e dinamização dos produtos que definem a vocação turística da região.
Registamos parcerias estratégicas com os Municípios que se têm traduzido em acções de promoção específicas já concretizadas com grande êxito.
De referir também a parceria estratégica com a Xunta da Galiza, que irá concretizar-se através do estabelecimento de protocolos de colaboração entre as duas regiões que contribuam para a afirmação do Norte enquanto destino de Saúde e Bem-Estar e que será operacionalizada através da partilha de know-how e canais de distribuição, da concretização de acções promocionais conjuntas e da exploração de economias de escala.
Destaque ainda para o conjunto de 13 sessões formativas/informativas sobre o novo Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos e Sistemas de Apoio Financeiro para as Empresas do Turismo, que realizamos nos passados meses de Abril e Maio em estreita parceria com os Municípios do Porto e Norte de Portugal e que abrangeram cerca de 500 empresários.
Através destas sessões de esclarecimento aos empresários a TPNP,E.R. estreitou o relacionamento com o sector e com o trade, tendo para esse efeito constituído internamente um departamento designado por Gabinete de Apoio ao Investidor formado por um conjunto de profissionais qualificados na orientação ao investimento e licenciamento turístico, tendo já sido recepcionados inúmeros telefonemas através da Linha Azul 808 202 202 e pelo email: apoio.investidor@portoenorte.pt.
Neste quadro de desenvolvimento turístico, a TPNP-ER está determinada em aumentar a taxa de ocupação média anual, a estada media dos turistas na região, o revpar regional, o gasto médio turístico, qualificar os recursos humanos do turismo, contribuir para a criação de novos postos de trabalho e, por fim, melhorar as condições de vida das populações locais sem as quais não será possível o alcance deste objectivos estratégicos.
Em suma, as nossas prioridades passam, invariavelmente, por um profícuo diálogo com todos aqueles que têm responsabilidades acrescidas na consolidação da imagem turística deste território no sentido de partilharmos a responsabilidade e o orgulho de conquistarmos para esta região um lugar de destaque no âmbito dos Destinos Turísticos de Portugal. Responsabilidade assente em compromissos estratégicos cujos pilares são: Formação e Promoção / Excelência e Qualidade, como vectores fundamentais que estruturam a missão da nova Entidade Regional de Turismo. Este é, sem dúvida, o caminho que melhor nos conduzirá a atingir o desígnio que nos propusemos: elevar o Porto e Norte ao pódio dos três principais Destinos Turísticos de Portugal.
A ERT Porto e Norte de Portugal poderá albergar mais competências do que as da promoção turística da região ao nível nacional?
A promoção externa da região tem estado a cargo de uma Agência Regional de Promoção Turística. Defendemos que a promoção interna e externa da região do Porto e Norte de Portugal, E.R. deve estar sob a responsabilidade de uma mesma entidade, o que poderá acontecer a muito breve prazo.
Que competências adicionais gostava que vos fossem atribuídas?
Consideramos fundamental tornar exequível a partilha de competências com o Turismo de Portugal, nomeadamente, ao nível dos pareceres no domínio dos Empreendimentos Turísticos, bem como no acompanhamento e execução de projectos de investimento, apoiando tecnicamente os actores que operam no espaço regional.
De facto, quem está no terreno conhece melhor as potencialidades e os aspectos a corrigir. As ERT's devem estar dotadas de capacidade técnica e financeira para apoiarem efectivamente o processo de desenvolvimento do Sector.
Destaque, ainda, para os pareceres no âmbito dos processos da Declaração de Utilidade Turística (benefícios fiscais) não previstos na lei, mas cuja intervenção de uma estrutura como a ERT pode ajudar a uma decisão mais próxima no terreno.
Consideramos, ainda, fundamental, protocolar com a Associação Nacional de Municípios Portugueses. No domínio do planeamento torna-se fundamental apoiar a tomada de decisão nas diversas áreas de intervenção Municipal relacionadas, directa ou indirectamente, com o sector, enquadrando as acções na recuperação do património, em infra-estruturas e no espaço público.
A entidade regional de turismo Porto e Norte de Portugal tem conseguido congregar os vários interesses da região (interesses privados entre outros)?
Temos privilegiado uma profícua colaboração com os agentes privados e Municípios que se têm afirmado como parceiros privilegiados no âmbito das nossas acções.
Ambitur