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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Alunos aprendem a jogar golfe de borla

O campo de golfe de Ponte de Lima tornar-se-á, a partir de hoje, quinta-feira, na primeira estrutura privada a disponibilizar as suas instalações para o ensino da modalidade de uma forma gratuita. Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade apadrinha a iniciativa.

Eliminar o "preconceito" de que a modalidade se destina, apenas, a classes mais abastadas, contribuindo, assim, para aumentar o número de praticantes. Em especial, na região Norte. São estes os objectivos que presidiram ao lançamento de pioneira iniciativa, por parte de um campo de golfe privado: o de aulas gratuitas, dos 8 aos 88 anos. Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade apadrinha, hoje, no campo limiano, o lançamento do projecto.

Numa fase inicial, a medida deverá estender-se até finais de Fevereiro do próximo ano, altura em que a proposta será avaliada pelos seus promotores, não estando, pelo menos para já, posta de parte a eventual continuidade das aulas gratuitas. Refira-se que, para o efeito, a administração do complexo situado na freguesia de Fornelos, a curta distância do centro da vila, estabeleceu já protocolos com a Santa Casa concelhia e com a Escola Secundária de Ponte de Lima, para que utentes e alunos possam aprender a jogar golfe.

Via Jornal de Notícias

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Alto Minho exige apoios idênticos aos do Douro

Defendido "equilíbrio" entre apoio dado a investimentos turísticos no Douro e região minhota. A lampreia é rainha à mesa de seis municípios do Vale do Minho, até finais de Março. O Turismo quer firmar parceria com ASAE para certificação dos restaurantes.

O Alto Minho quer que os projectos turísticos dinamizados na região obtenham "um apoio idêntico" aos que estão a ser desenvolvidos no Douro. O repto foi, ontem, deixado pelo presidente da Associação de Desenvolvimento Rural Integrado do Vale do Minho e líder da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, Rui Solheiro, durante a apresentação do programa "Lampreia do Rio Minho".

"É preciso equilíbrio para que os empreendedores também invistam no Minho e no Alto Minho. Não existe apenas o Douro no Norte e temos de ter acesso aos apoios da mesma forma que o Douro está a ter", afiançou Solheiro, considerando que "seria uma grande frustração se os empresários apresentassem os seus projectos e não os vissem apoiados".

Promovido pelas seis autarquias da região, em parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal, o programa arranca hoje e compreende todos os fins-de- -semana de Fevereiro e Março.

Dirigente da entidade regional de turismo, Melchior Moreira adiantou que entre os projectos da instituição está uma parceria com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) com vista à certificação dos restaurantes. Segundo disse, trata-se da qualificação da oferta gastronómica para a implementação de um selo de qualidade, destinado às unidades de restauração.

Presidente do Conselho Superior do Turismo do Porto e Norte de Portugal e ex-dirigente do turismo alto-minhoto, Francisco Sampaio estimou em cinco milhões de euros o retorno gerado pelo programa, durante os dois meses. No total, tomam parte na iniciativa 95 restaurantes, de seis concelhos, onde "vão existir, todos os fins-de-semana, cerca de três mil lugares para servir lampreia, o que é bastante significativo para toda a região".

Via Jornal de Notícias

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Minho mais perto de ser destino “in”

O "Minho IN" vai revolucionar a imagem de ruralidade daquela região do Norte do País. Trata-se de um plano que envolve um investimento global público-privado na ordem dos 400 milhões de euros até 2013, no qual 80% dos projectos são na área do turismo. A construção de sete campos de golfe, redes de termas e de aldeias e solares, desportos náuticos, fluviais, da natureza e equestres, assim como a consolidação da rede hoteleira são algumas das apostas do "Minho IN".


A Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal faz parte do consórcio que junta as comunidades intermunicipais Minho-Lima, Ave e Cávado, assim como as associações de desenvolvimento destas regiões. Em declarações ao Publituris, Melchior Moreira, presidente da ERT Porto e Norte aplaudiu este projecto já que considerou ser "um investimento importantíssimo para a região Norte, embora o Minho seja um sub-destino regional". O responsável admitiu verificar que neste projecto há um grande investimento do sector privado e uma aposta clara no segmento Golfe, "o que apesar de não ser um produto prioritário, é emergente e merece especial atenção" no que respeita à promoção por parte da ERT. O Turismo Náutico, Saúde-e-Bem-Estar, Gastronomia e Vinhos são outros dos produtos que serão alavancados com este projecto para a região. "Espero que o 'Minho IN' possa ter uma afirmação diferente, mais competitiva ao nível nacional e internacional", rematou.

Publituris

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Apoio a novelas chama turistas

A ficção da TVI tem sido pioneira na divulgação dos mais recônditos lugares, hábitos e tradições de Portugal, mas também dos países a que a História nos liga. Macau, Brasil ou Moçambique compõem a tela dos décors das novelas do canal de Queluz de Baixo.
Mas isso só é possível com o apoio das entidades locais e governamentais. "As novelas, toda a ficção e o cinema, sem o apoio das câmaras e dos governos não sobrevivem" reconhece André Cerqueira, director-geral da Plural. Seguindo esta lógica, a produtora da TVI prepara-se para estrear a nova novela de António Barreira, 'Meu Amor', cujas gravações vão decorrer na Zambujeira do Mar. Curiosamente, esta produção – que terá como protagonistas Alexandra Lencastre, Margarida Marinho e Rita Pereira – não terá apoio da autarquia de Odemira. "A Câmara deu apenas apoio logístico e refeições para os castings", confirma à Correio TV Marlene Coelho, da edilidade. "As gravações no Alentejo vão ser curtas, uma ou duas semanas, porque o grosso será em Lisboa", explica Cerqueira.
O mesmo não acontece em Arcos de Valdevez, onde é gravada parte substancial da novela 'Deixa que te Leve', protagonizada por Mariana Monteiro e João Catarré, cuja autarquia tem sido incansável no apoio logístico desde o início das gravações. Francisco Rodrigues de Araújo, presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, revelou à Correio TV que o apoio efectivo corresponde ao "alojamento e alimentação da equipa de produção e do elenco". Em termos de investimento camarário, o edil faz uma estimativa na ordem dos "50 mil euros". Valor este que só não é mais elevado porque a equipa está alojada no hotel [com 37 quartos] da Escola Profissional do Alto Lima. As gravações decorrem no centro histórico desta vila do Alto Minho e também na Peneda-Gerês. A igreja e a mercearia são parte do cenário desta produção que descobriu pormenores que surpreenderam as gentes da terra. "Eu sigo esta novela e posso dizer que a produção mostra aspectos do rio Vez e do concelho a que não dávamos a importância merecida. A equipa da Plural valorizou muito algumas belezas naturais", disse Francisco de Araújo. O autarca regozijou-se ainda com o resultado. "Não esperava tanto retorno turístico. Desde que começaram as gravações que os visitantes que vêm ao fim-de-semana, sobretudo ao domingo, duplicaram. E há cada vez mais excursões".

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Romaria da Senhora d'Agonia custa 400 mil euros e gera negócios de mais de 10 milhões

A Romaria da Senhora d'Agonia vai gerar, este ano, um volume de negócios que ascenderá a mais de dez milhões de euros, entre restauração, alojamento, comércio e serviços, mas a festa, propriamente dita, custa apenas 400 mil euros. Apenas 80 mil são dinheiros públicos, atribuídos directamente pela Câmara de Viana do Castelo.

"As contas são fáceis de fazer. Falamos de mais de 700 mil pessoas ao longo dos dias da festa e se por cada uma fizermos um gasto de 15 a 20 euros, que dá para duas refeições e uma lembrança, chegamos a um negócio de vários milhões", explicou ao DN Francisco Sampaio, ex-presidente da Região de Turismo do Alto-Minho e da organização da Romaria. Desta forma, segundo contas oficiais, a romaria poderá gerar, directa ou indirectamente, entre 10 a 15 milhões de euros. "Esse valor pode ser ainda superior porque a nossa expectativa é de ter um milhão de forasteiros. Não vem ninguém à festa que tenha para gastar 20 a 30 euros para gastar", acrescentou.

Fernanda Natário, proprietária da típica pastelaria Manel Natário, vê o trabalho aumentar durante as Festas. "O Biscoito de Viana, que é uma patente registada nossa, as meias luas, as bolas de berlim, os manjericos, os salgadinhos" são os produtos mais procurados por quem visita esta pastelaria no centro de Viana, garante a "herdeira" do negócio do falecido "Manelzinho Natario". "Há cada vez mais trabalho, sobretudo nesta altura", diz ainda. As lojas de produtos regionais também um ponto de paragem para os forasteiros, sobretudo durante a festa. Carla Ivone, funcionária de uma loja regional, nota mais visitas ao estabelecimento onde trabalha desde de pequena. Mas maioritariamente emigrantes "que vêm comprar os trajes regionais". "Já o turista compra os postais e pouco mais", lamenta.

Diário de Notícias