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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Oferta formativa duplica no Norte

Com as novas escolas de Hotelaria e Turismo do Porto e de Santa Maria da Feira, apresentadas na sexta-feira pelo presidente do Turismo de Portugal, a oferta formativa actual passa de 340 para 700 alunos por ano.A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP), criada em 1968, vai ocupar as instalações históricas da Escola Secundária Artística Soares dos Reis. Trata-se de uma intervenção da autoria do arquitecto Carlos Prata, com um custo previsto de 9,5 milhões de euros, e que deverá aumentar a capacidade de 190 para 400 alunos. A nova escola será dotada de 11 salas de aula, uma sala de enologia e um bar, duas salas de informática, Centro de Novas Oportunidades, biblioteca e mediateca, ginásio, auditório com 236 lugares, self-service/cafetaria, restaurante de aplicação, hotel escola com 16 quartos, bem como vários tipos de cozinhas.

Por sua vez, o projecto da nova Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira (EHTSMF), uma iniciativa conjunta do Turismo de Portugal e da autarquia, e também desenvolvido pela Parque Escolar EPE, tem um investimento de 6,5 milhões de euros. A escola, da autoria da arquitecta Felismina Topa, terá capacidade para 300 alunos, duplicando a actual oferta formativa de profissionais do sector.
A nova unidade, com abertura prevista para o ano lectivo 2010/2011, conta com duas cozinhas de produção, cozinhas individuais, anfiteatro de cozinha, self-service com capacidade para 120 pessoas, bar de aplicação, restaurante de aplicação com 50 lugares, 12 salas teóricas, um auditório, sala de informática e biblioteca.

O Turismo de Portugal gere, actualmente, 16 escolas de Hotelaria e Turismo em todo o país, com 3000 alunos em formação.

Publituris

sábado, 12 de setembro de 2009

11 milhões para promover o Douro

Trinta agentes públicos e privados ligados ao Douro vão investir cerca de 11 milhões de euros em projectos de promoção e animação turística.

O programa decorre até 2011 e pretende captar e manter mais visitantes. É a primeira vez que a região do Douro tem um conjunto de eventos organizados, articulados e calendarizados, tendo em vista o mesmo objectivo: fazer com que os turistas encontrem atractivos que os façam permanecer mais do que as 1,46 noites que a estatística actual demonstra. O programa engloba eventos dispersos por todos os meses do ano e resulta da implementação do Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro, que, através do Programa Operacional Regional do Norte, vai financiar os 30 projectos com sete milhões e meio de euros.

O chefe da Estrutura da Missão do Douro, Ricardo Magalhães, diz que a promoção da notoriedade de um destino turístico como a região duriense "não pode dispensar um plano de marketing e um programa de animação". Por isso, várias entidades deram as mãos e, concertadamente, vão divulgar o Douro em todo o Mundo, com mais ênfase na Galiza e em Castela e Leão (Espanha). "Quando ao fim do primeiro ano fizermos o balanço, estou convencido que os resultados vão demonstrar que o esforço valeu a pena", perspectivou o responsável. Certo é que conseguir os objectivos, em dois ou três anos, significa "aumentar para duas noites a média de permanência dos turistas na região", adiantou o presidente da Turismo do Douro, António Martinho.

Entre os 30 projectos aprovados, o da Turismo do Douro é o que prevê o maior investimento. São cerca de 1,2 milhões de euros para marketing e promoção turística. Segue-se a iniciativa "Douro Vivo 2009/10" da Fundação Museu do Douro com 865 mil euros, o evento "Douro Emoções", organizado pela Câmara de Vila Real, com 720 mil; e 580 mil para a criação do "Portal Douro" na Internet, a cargo do Centro de Inovação de Trás-os-Montes e Alto Douro, que será uma espécie de montra da região na rede global.

Os restantes projectos são direccionados para a consolidação, promoção e animação da Rede de Aldeias Vinhateiras ou a criação de uma Rede de Monumentos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Turismo: o que os partidos lhe reservam

A escassas semanas das eleições legislativas - que por sinal coincidem com o Dia Mundial do Turismo comemorado a 27 de Setembro - o Publituris andou a estudar as propostas eleitorais dos partidos políticos para o Turismo. A verdade é que depois de analisar os programas eleitorais, é relativamente simples perceber o peso que este sector tem para cada um dos partidos políticos. E é isso mesmo que lhe propomos, com uma apresentação sintética dos programas do PS, PSD, CDS/PP, CDU e Bloco de Esquerda. Confira.

A visão da esquerda

No seu programa eleitoral, o partido do actual Governo reserva ao Turismo o papel de motor para "reforçar a competitividade empresarial". Como tal, identifica em seis alíneas as linhas mestras para que este sector consiga "aproximar Portugal da liderança mundial".

Assim, no domínio da oferta turística, propõe-se sobretudo a um trabalho de continuidade das políticas que implementou durante o mandato. Saliente-se, contudo, a criação de um "novo Programa de Intervenção no sector do Turismo, focalizando a sua intervenção na requalificação de infra-estruturas, nomeadamente em Centros de Congressos e em regiões com forte potencial de desenvolvimento deste produto turístico". No domínio da oferta formativa, o Partido Socialista propõe-se "prosseguir o trabalho de certificação internacional das escolas de hotelaria e turismo do Turismo de Portugal, em parceria com escolas internacionais de referência", assim como "colocar na próxima legislatura 1.000 jovens em formação no posto de trabalho", e também "reestruturar as profissões do turismo, tornando-as mais adequadas à realidade do mercado". No que toca à procura turística, o PS pretende desenvolver um novo acordo de promoção turística para Portugal, "reforçando os montantes financeiros envolvidos, a parceria público privada existente, e a criação de condições para a integração de novos parceiros". Ainda neste domínio, propõe-se "alinhar o transporte aéreo, em todas as suas vertentes, com as prioridades do turismo, designadamente ao nível da competitividade das infra-estruturas aeroportuárias, da articulação Turismo / Transpor-tadora Aérea Nacional, da captação de novas rotas e da promoção do País". Também está nos planos do PS "rever o quadro regulatório do sector". O objectivo do partido, diz, passa por "melhorar a competitividade face aos seus concorrentes mais directos" e, ao mesmo tempo, "reforçar a capacidade de combate à evasão fiscal".

A CDU considera o Turismo essencialmente como "factor de dinamização económica" - em particular do mercado interno - e enquanto componente de coesão para "garantir a competitividade e viabilidade económica dos destinos e empresas nacionais". O partido comunista defende também a democratização desta actividade, que deve ser acessível a várias camadas sociais. O combate à sazonabilidade, a diversificação dos mercados emissores, a salvaguarda e valorização do património natural e cultural, a afirmação das regiões de turismo enquanto entidades ligadas ao poder local e regional, são outras das responsabilidades que a CDU atribui ao Turismo. Já o Bloco de Esquerda propõe "acabar com o regime dos PIN e PIN+", e também "repensar a escala dos investimentos e a sua sustentabilidade, garantido a defesa dos interesses das populações locais e a sua qualidade de vida". Como tal, considera necessário "limitar a componente residencial dos empreendimentos turísticos e sujeitá-la à exploração turística, impedindo a conversão de unidades de alojamento turísticas em habitação". O partido refere ainda que "os conjuntos turísticos com componente residencial devem obedecer ao regime das operações de loteamento e à apresentação de plano de pormenor". Por outro lado chama a atenção no seu programa que "há que acabar com os benefícios fiscais (ex. isenção de IMI) a este tipo de empreendimentos e aumentar o contributo fiscal da componente residencial". Em suma, o BE defende que a escolha dos projectos turísticos a desenvolver deve ter como principais critérios "a criação de emprego permanente e a articulação e potenciação das actividades económicas e geradoras de emprego na região, os quais devem obedecer à estratégia para a sustentabilidade e aos instrumentos de gestão territorial".

Outra das propostas passa pela dinamização do turismo cultural, em particular nas cidades de média dimensão. O BE também acredita no desenvolvimento de programas como é o caso das Aldeias do Xisto e das Aldeias Históricas como forma de garantir a reabilitação do património arquitectónico, assegurando ao mesmo tempo a atractividade dos territórios.

A visão da direita

O programa apresentado pelo PSD para o Turismo resume intenções baseadas na requalificação, valorização e promoção dos recursos turísticos do País, "para a criação de um produto turístico de qualidade, inovador e diferenciado".

Mais, o partido propõe-se actualizar "os instrumentos estratégicos de planeamento e organização da actividade turística", e ao mesmo tempo criar "uma rede nacional de territórios com elevado potencial de visitação turística". Além disso, é intenção do PSD criar "uma estratégia agressiva de promoção de Portugal no exterior como destino turístico seguro, qualificado, moderno, ambientalmente sustentável e apetecível".

"O turismo é certamente a área de desenvolvimento económico em que em Portugal revela maior potencial". É desta forma que o CDS/PP se refere ao Turismo fazendo questão de sublinhar que já fez já prova da importância institucional que esta actividade lhe merece ao ter assumido, "pela primeira vez na nossa história", as responsabilidades de um Ministério do Turismo. Na sua proposta eleitoral, o partido inclui críticas ao Governo, apresenta respostas e um "caderno de encargos" para o Turismo em que constam as seguintes linhas de acção: "Focar o objectivo da política de turismo no crescimento da receita por turista, mais do que no número de turista; apostar nos factores de diferenciação do destino turístico português; mar, património e cultural, conferências e eventos, natureza, golfe, itinerários religiosos; aproveitar a oportunidade dada pela União Europeia, baixando o IVA da restauração. Em contrapartida, concertar medidas de combate à evasão; ter uma política de candidaturas a eventos de nível mundial; Simplificar a legislação do turismo e agrupá-la num Código de Turismo e das Actividades Turísticas; e complementar o ensino público com oferta de formação mais simplificada, em colaboração com os privados".


Publituris

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Ferreira Leite promete gestão autónoma para Aeroporto Sá Carneiro

«Temos uma posição absolutamente clara e sem qualquer espécie de equívoco. Sejam quais forem as soluções que vierem a ser tomadas no futuro, nunca o Aeroporto Sá Carneiro será incluído num monopólio privado de gestão dos aeroportos. Será sempre algo que será considerado autónomo», afirmou Ferreira Leite.

A presidente do PSD falava no final de uma reunião com a Junta Metropolitana do Porto (JMP), a que faltaram os autarcas das cinco câmaras lideradas pelo PS, Matosinhos, Vila do Conde, Santo Tirso, Espinho e Arouca.

«Relativamente a questão do metropolitano, parece-me absolutamente inaceitável que, tendo havido um acordo entre a Área Metropolitana do Porto e o Governo para determinados objectivos, esses objectivos não tenham sido cumpridos e, portanto, ter-se-á de repor justamente tudo aquilo que estava acordado», realçou.

A gestão do metro do Porto voltará a ser maioritariamente da responsabilidade da junta metropolitana e não do Governo, como foi decidido pelo actual Executivo.

TSF

Porto acolhe seminário sobre rede de alta velocidade

Terá lugar na próxima sexta-feira, dia 11, pelas 15 horas, na Direcção Regional da Economia do Norte - Porto, o seminário intitulado "Impacto do comboio de alta velocidade no turismo das regiões Norte e Centro".

"A eventual implementação de uma rede ferroviária de alta velocidade no país origina mudanças significativas na mobilidade das pessoas e, por conseguinte, no turismo. Por isso, a APHORT envolveu a Turismo do Porto e Norte de Portugal, E.R. e a Turismo do Centro, E.R. na promoção de um fórum acerca dos impactos da rede portuguesa e espanhola para estas regiões", explica a associação, em comunicado.

Programa:14h30 Recepção dos Participantes

15h00 Boas Vindas & Abertura
Rodrigo Pinto Barros - Presidente da APHORT
Pedro Machado - Presidente da Turismo do Centro, E.R.

A Perspectiva da CTP
Sérgio Palma Brito - Director Geral da CTP

Apresentação do Projecto de Alta Velocidade
Carlos Fernandes - Administrador da RAVE
Estudo Sobre o Impacto da Alta Velocidade no Turismo
Ricardo Gonçalves - Senior Manager da Deloitte
Debate
Perguntas & Respostas

16h55 Encerramento & Despedida
Melchior Moreira - Presidente da Turismo do Porto e Norte, E.R.

Publituris

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Douro Azul acusa Menezes de querer deslocar os barcos do cais de Gaia por "perseguição"

A proposta que Luís Filipe Menezes apresentou ontem, de deslocar o porto do cais de Gaia para o Areinho de Oliveira do Douro deixou "perturbado" o dono da Douro Azul, a responsável por grande parte dos serviços de turismo fluvial na região. Mário Ferreira, proprietário e administrador da empresa, considera a decisão do presidente da câmara "prepotente"e queixa-se de "perseguição, no verdadeiro sentido da palavra".


Para Mário Ferreira, a continuidade dos barcos turísticos no cais de Gaia "parece ser um problema pessoal do autarca". "Parece ser um capricho próprio do senhor Filipe Menezes, desde o dia em que não via bem o fogo-de-artifício nas festas do São João".


Numa carta enviada a vários órgãos de comunicação social, o administrador da Douro Azul considera ainda que os planos de Menezes de transferir o fluxo turístico do centro histórico para Oliveira do Douro demonstram a "visão retrógrada e falta de mundo" do presidente da Câmara de Gaia. "Quer agora o senhor autarca retirar o turismo do coração histórico e enviá-lo para os arredores da cidade, onde as vistas serão uma fantástica bomba de gasolina e as roulottes de cachorro quente que ali se juntam durante a noite", ironiza Mário Ferreira, que lembra que estes planos nunca foram discutidos e que Menezes tomou esta decisão "sem nunca ter tido uma conversa com nenhum dos armadores".


No mesmo documento, o administrador da Douro Azul acusa Luís Filipe Menezes de ter "pressionado a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) para passar as margens [do rio] para o controlo da Câmara de Gaia", pedido que foi recusado, comenta, "porque prevaleceu o bom senso".


Mário Ferreira acusa ainda o autarca de lhe dirigir "constantes ataques subtis e sem frontalidade". Por isso, o administrador da Douro Azul admite poder vir a sofrer retaliações pelas denúncias que acaba de fazer. "Pronuncio-me consciente das retaliações futuras de que continuarei a ser alvo, mas nunca vítima", adverte Mário Ferreira.


Em resposta à reacção do administrador da Douro Azul, o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, esclareceu ontem que os planos de alteração do porto "não visam atacar ninguém". E acrescentou que a reacção de Mário Ferreira "é própria de quem não conhece o projecto da autarquia".


Para o vice-presidente da Câmara de Gaia, as críticas do administrador da Douro Azul são "extemporâneas e despropositadas", porque não está nos planos da autarquia manter o Areinho de Oliveira do Douro isolado do resto da cidade. "Uma das propostas [da Câmara de Gaia] é a criação de um pólo turístico para a zona de Oliveira do Douro, com um centro náutico para barcos-hotéis", argumenta Marco António Costa, que acrescenta que está previsto manter os barcos turísticos mais pequenos a operar no cais de Gaia.


O vice-presidente da câmara explica, assim, que o projecto concebido para Oliveira do Douro visa criar ali uma situação muito semelhante à que existe actualmente no centro histórico. "Vamos fazer para norte o que já fizemos para sul, na marginal marítima", sublinha.



Público

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Base da Ryanair é importante para o turismo do Norte

O Primeiro-Ministro presidiu ao lançamento da primeira base da companhia de aviação Ryanair em Portugal. Na cerimónia, realizada no aeroporto do Porto, José Sócrates destacou a importância do investimento: «Mais voos, mais passageiros, mais turistas, mais actividade económica», que é «importante para a economia regional e para o turismo, que é um dos sectores mais importantes para a economia portuguesa».

A base da Ryanair representa um investimento de 146 milhões de euros e aumentará para dois milhões de passageiros o tráfego da companhia no Aeroporto Sá Carneiro. A infra-estrutura contará com três aviões que assegurarão um total de 21 rotas. O PM referiu ainda que o aeroporto Sá Carneiro tem tido «uma história de sucesso e tem resistido às oscilações do mercado», sendo a escolha do Porto pela Ryanair «da máxima importância para a continuação do sucesso».

Portal do Governo

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Posto de Turismo do Gerês em degradação permanente

O Posto de Turismo da Vila do Gerês, que pertence à Região de Turismo do Alto Minho, é um mau exemplo para a recepção dos turistas, que em alturas de férias rumam ao Gerês para conhecer as belezas naturais da região.

Mau exemplo, devido às condições físicas que este oferece e aos meios que se encontram ao dispor dos turistas, que nele procuram a informação necessária para conhecer a zona. Informação como mapas, livros, contactos, meios multimédia, entre outros.

Para que se consiga chegar até ao Posto de Turismo que se encontra bem no centro da Vila é complicado porque a sinalética é insuficiente e só com a ajuda de residentes e de pessoas que já conhecem é que se consegue chegar ao local. Assim que se encontra o referido Posto de Turismo nota-se que este não apresenta as melhores condições, basta reparar no aspecto exterior bastante degradado e desadequado.

O interior é bastante acanhado, pequeno, que obriga as pessoas a aguardar a sua vez no exterior, em alturas de maior afluência de turistas. Além disso, não apresenta melhores condições, antes piores e bem visíveis a olho nu. As paredes estão cheias de humidade, sendo necessário cobrir alguns espaços com mapas e cartazes para tentar encobrir as manchas negras. O mobiliário é muito desadequado ao espaço e à função que lhe é devida. Trata-se de mobiliário de escritório velho, algum dele partido e que tem de ser milimetricamente arrumado de forma a caber nesse espaço exíguo.

A falta de espaço obriga a que os caixotes e a mercadoria tenham de ficar à vista desarmada, o que dá um certo aspecto de desarrumo. A recepção de pessoas que eventualmente pretendam sentar para aguardar a sua vez é em cadeiras de plástico, que, hoje em dia, nem nas esplanadas se vêem. Até mesmo a cadeira da funcionária é de plástico, estando tapada com uma manta para quebrar o mau aspecto.

Através de um olhar mais atento podem-se reparar fios eléctricos à vista e tomadas em más condições. O piso não apresenta as melhores condições, dada a idade que apresenta. O tecto, forrado com troncos de madeira, tem algumas fissuras que deixa cair lixo em determinadas alturas.

Na época de Inverno, este Posto de Turismo não apresenta condições dignas de recepção de um turista por ser um lugar extremamente frio, sem um aquecimento em perfeitas condições, pois apenas existe um aquecedor doméstico. Além disso, em época de chuvas nota-se a humidade que escorre pelas paredes.

Para tentar embelezar o espaço e de forma a minimizar a imagens das instalações, existem algumas prateleiras com artesanato da região, que tapam parte das mazelas a descoberto. Quanto às instalações sanitárias não foi possível verificar em que condições se encontram.

Este espaço não apresenta os meios multimédia exigidos num Posto de Informação turística. Não tem uma ligação á Internet para contacto directo com a delegação e o único equipamento informático não ser das melhores condições. Há quem questione o funcionamento do plano tecnológico e do simplex por esta zona.

A informação disponível no momento da visita é muito pouco. Os mapas da região são uma fotocópia de reduzidas dimensões e quando estes estão disponíveis. Existiram alturas de grande afluência turística quem nem mapas gratuitos ou pagos existiam para fornecer aos turistas, tendo a funcionária de se limitar a explicar ao acaso os pontos de interesse.

São recorrentes o número de reclamações que têm sido expostas por escrito por parte dos turistas que procuram um mínimo de informação para conhecer a zona para onde decidem passar as suas férias.

Estas condições perduram há muitos anos, sem que exista da parte do município de Terras de Bouro e da Região de Turismo do Alto Minho qualquer intenção de mudar esta situação. Também da parte dos Empresários de Hotelaria não é visível a vontade de união e mudança de algo de extrema importância como um Posto de Turismo, que é o local de recepção de turistas e que deve ser a primeira e melhor imagem a causar a quem visita o Gerês.

Jornal de Notícias