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quinta-feira, 23 de abril de 2009

Porto e Norte, ERT e Centro ERT assumem parceria estratégica

As Entidades Regionais de Turismo do Porto e Norte e de Turismo do Centro estabeleceram uma parceria estratégica para aproveitar e potenciar as sinergias das duas regiões que, em conjunto, abrangem uma área de 144 munícipios, ou seja, cerca de metade do território nacional. De acordo com as duas ERT's, este acordo tem como objectivo disponibilizar um serviço integrado de informação turística "à escala de grande região", assumem as ERT's.Nesse âmbito o conceito das lojas de turismo criado pela Turismo do Porto e Norte vai ser alargado à região Centro. As ERT's admitem ainda a possibilidade de "marcarem presença conjunta em espaços de promoção localizados no mercado interno e externo", além da realização de eventos e acções transversais às duas regiões.

Outras das possibilidades que esta parceria poderá implicar será a presença da marca Centro de Portugal no aeroporto Francisco Sá Carneiro e no terminal de cruzeiros de Leixões.

Publituris

Criação de Guia Turístico do Porto no Telemóvel

Em 2007 o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) sugeriu, como acção para optimizar o serviço ao turista, a disponibilização de informação ao longo da visita através de portais de internet móvel.

Évora começou a dar os primeiros passos nesse sentido: "Através do Guia Turístico de Évora no Telemóvel o turista irá obter informações relativamente aos monumentos, museus e pontos de interesse da cidade, poderá realizar vários roteiros temáticos acedendo ao seu itinerário e aos conteúdos de cada uma das atracções, aos locais onde comer, onde ficar, às animações turística, nocturna e cultural, aos diferentes tipos de comércio, aos eventos e ainda a diversos serviços públicos que poderá encontrar em Évora., através da criação online de circuitos turísticos, e à potenciação do conteúdo turístico."

Esta iniciativa não só permite a potenciação do conteúdo turístico, como promove o aumento dos gastos dos turistas (via maiores estadias e maiores gastos diários). Com a vantagem de apresentar um custo relativamente reduzido, até porque pode gerar receitas próprias. Fica a sugestão para a Porto e Norte, ERT e para a CMPorto (e CMGaia, etc.).

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Casino no Porto?

Eu digo não. Já temos problemas sociais que cheguem.

"Chegou a hora de acertar contas à mesa de jogo. Com juros. Contrariamente às anteriores propostas apresentadas ao Governo, que apenas apontavam para um aumento das deduções à contrapartida anual, o grupo Solverde decidiu desta vez aumentar a parada e exigir a abertura de um casino na cidade do Porto.

É a compensação que o grupo de Manuel Violas considera justa pelos prejuízos que o grupo tem sofrido desde há precisamente três anos, quando abriu o Casino de Lisboa, do grupo Estoril-Sol.

"No final do ano vamos lá mostrar que os números são uma realidade. Segundo os nossos estudos, temos razões de sobra e vamos demonstrar que temos razão", garantia Violas ao Negócios, no final de Novembro passado. Nessa altura, o presidente da Solverde revelava que a quebra das receitas nos seus casinos rondava os 7%. "Cada vez mais tenho menos dúvidas de que somos penalizados pelo Casino de Lisboa", rematava então o empresário.

Na exposição enviada ao ministro da Economia, a Solverde fixa precisamente em 7% a quebra de receitas sofrida nos últimos dois anos, que corresponde sensivelmente aos ganhos dos casinos Estoril, Póvoa e Lisboa, do grupo Estoril Sol. Uma avaliação que resulta de uma decisão do próprio Governo, que a certa altura do processo anuiu em compensar o grupo do Norte, "desde que se venha a demonstrar que a abertura de um novo casino em Lisboa afecta com gravidade o equilíbrio do contrato de concessão".

Conforme combinado com o Governo, essa avaliação seria efectuada após o fecho de contas de dois exercícios completos, no caso, 2007 e 2008. Eis então chegado o momento. Ainda na sua última exposição, a Solverde apresenta em defesa da sua exigência a sucessiva perda de quota de mercado ao longo deste tempo. No ano anterior à abertura da casa de jogo de Lisboa, o grupo de Violas detinha uma quota de 31,4%. Desde então que tem sido sempre a descer, para se fixar nos actuais 24,45%."

Jornal de Negócios

quarta-feira, 1 de abril de 2009

ACI entrega prémios no Porto

O ACI (Airports Council International) escolheu a cidade nortenha para ser palco da entrega de prémios ASQ (Airport Service Quality). O evento insere-se no "18th ACI Europe Airport Trading Conference & Exhibition", que se realiza entre 20 e 22 de Abril no Centro de Congressos da Alfândega.Já a entrega dos prémios (Gala Dinner) decorre a 21 de Abril no Palácio da Bolsa, contando com a presença do director geral da ACI, Oliver Jankovec, e de cerca de 450 delegados de diversos aeroportos, em representação de cerca de 40 países.

Esta é a primeira vez que o evento decorre na Europa. Em 2006 a cerimónia decorreu no Dubai e em 2007 em Shangai.

Este ano, o aeroporto do Porto vai ser premiado com o terceiro lugar na categoria de "Melhor Aeroporto Europeu" relativo a 2008. Em 2006 conquistou o terceiro lugar na categoria de "Melhor Aeroporto Europeu" e também terceiro lugar na de "Melhor Aeroporto Mundial para Aeroportos com Menos de 5 Milhões de Passageiros". Em 2007 foi considerado o "Melhor Aeroporto Europeu".

Publituris

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Aeroporto do Porto cresce 14% em 2008

Os aeroportos geridos pela ANA conseguiram um crescimento anual de passageiros na ordem dos 3% (quando comparados os anos de 2008 e 2007).

A infra-estrutura com maior crescimento foi a do Porto, com um aumento de 13,7%, tendo transportado o ano passado 4,5 Mpax (4,0 Mpax em 2007).

A Portela cresceu 1,6% por cento e um total de 13,6 Mpax (13,4 Mpax em 2007). Os Açores desceram 1,3%, com 1,265 Mpax em 2008. Faro registou uma quebra de 0,4%, com 5,4 Mpax a passar pelo aeroporto.

Quanto ao mês de Dezembro, houve uma descida de 0,2%, com o Porto a ser o único a crescer (4%). Lisboa caiu -0,5%, os Açores -0,3% e Faro uns significativos -7,1%.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Norte une-se em defesa do Aeroporto Sá Carneiro

Mais de 40 associações sectoriais reúnem-se, quinta-feira, no Palácio da Bolsa~

As principais associações sectoriais do Norte de Portugal vão reunir-se, quinta-feira, às 11h, no Palácio da Bolsa do Porto, com o objectivo de definir uma posição única e global sobre o futuro modelo de gestão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no âmbito da futura privatização da ANA.

O encontro vai reunir dirigentes de mais de 40 organizações representativas de actividades económicas da Região Norte de Portugal, desde a Indústria ao Turismo, dos Serviços ao Comércio, Agricultura, Têxtil, Alimentar, Automóvel, entre outras.

A Associação Comercial do Porto, a Associação Empresarial de Portugal, a Associação Industrial do Minho e a Associação Industrial do Distrito de Aveiro são as entidades promotoras e coordenadoras deste encontro multisectorial.

«Trata-se de um acontecimento único, com um objectivo muito claro: definir uma voz única em torno do modelo de gestão de um equipamento que é crucial ao Norte de Portugal - o Aeroporto Francisco Sá Carneiro», sublinha Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto.

A necessidade de ser acautelada a gestão autónoma da principal infra-estrutura aeroportuária do Nordeste da Península Ibérica, no quadro da futura privatização da ANA - empresa que gere os principais aeroportos nacionais – está na origem da reunião agendada para a próxima quinta-feira.

A Comunicação Social é convidada a conhecer as conclusões da reunião, a partir das 12h15, no Palácio da Bolsa do Porto.

Ver também esta notícia do Expresso

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Norte pode ser o terceiro destino turístico português

"O turismo volta a ser lembrado como um sector importante para o desenvolvimento, nomeadamente do Norte do país. “O Norte tem potencial para ser o terceiro destino turístico nacional”. Uma das ideias chave que saiu de um encontro que se realizou – estamos a falar das Jornadas Municipais sobre o Turismo -, recentemente, no Instituto Empresarial do Minho (IEMinho), em Vila Verde. “Dos 10 produtos considerados estratégicos para o turismo nacional, o Norte tem seis deles”, destaca Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Mas, para que isto aconteça, é preciso proceder a algumas mudanças. Melchior Moreira destaca o papel das autarquias, nomeadamente no redimensionamento de novas formas de intervenção no sector, alertando ainda os empresários para o facto de se estar a vender mal a região. “Não se está a saber vender com qualidade o território e a marca região”, sublinha. E Melchior Moreira continua o seu raciocínio ao afirmar que é “fundamental saber vender a região, os destinos e os produtos”. Uma opinião partilhada por outros dos oradores presentes nestas jornadas. O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, José Manuel Fernandes, fala na necessidade de o Norte “aproveitar os seus recursos endógenos, usando o turismo para promover o emprego”. O edil alertou ainda para a “falta de equidade na atribuição dos incentivos de apoio ao turismo na região”.

António Marques, a falar pelo IEMinho, mostra o interesse deste instituto em ver estas ideias andarem para a frente. “Estamos a falar numa região relevante, como é o caso do Norte, e numa sub-região do Minho, como é o Cávado, às quais o IEMinho não pode ficar indiferente”.

Internacionalização da região é fundamental

E que mais se pode fazer em nome do turismo nortenho? Ora, Nuno Fazenda, perito coordenador da Agenda Regional de Turismo/CCDRN, fala da “internacionalização da região” como algo de crucial a que se deve juntar ainda uma “aplicação eficaz dos fundos estruturais”. E acrescenta: “Não se pode desenvolver a região assente, apenas, num único destino”. O mesmo se pode dizer em relação aos mercados emissores: estes não podem ser vistos com um único olhar. O mercado, destaca Agostinho Peixoto, do Gabinete de Apoio ao Investidor, Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal, “não é o mesmo”. E isto porque, como explica este especialista, as necessidades e os desejos dos turistas não são os mesmos. “O fenómeno low-cost e as novas tecnologias trouxeram uma nova forma de ver o turismo e, por isso, é fundamental haver um reposicionamento do mercado”, referiu ainda Agostinho Peixoto."


Vida Económica - 19.12.2008