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terça-feira, 29 de junho de 2010

Porto tem hostel dedicada ao vinho

A cidade do Porto tem, desde Abril, uma hostel cujo conceito é inspirado no vinho do Porto. A Wine Hostel tem 10 quartos e capacidade para 45 hóspedes, estando localizada num prédio centenário, no centro histórico do Porto, com vistas sobre a Praça da Cordoaria, perto da Torre dos Clérigos e da Universidade do Porto

A inspiração no Vinho do Porto está patente na forma como os pisos foram apelidados (Ruby, Tawny e Pink & White) e na decoração dos quartos. A história do Vinho Porto é contada um pouco por toda a hostel com imagens da região demarcada do Vale do Douro. Também as cores dos diferentes tipos de vinho serviram de inspiração à decoração da hostel. É possível identificar diversas tonalidades, "desde o amarelo e o verde seco dos brancos mais ou menos jovens ao laranja frutado telha dos tawnys seguidos dos vermelhos ruby, não esquecendo o rosado Pink".

Além do ambiente e decoração, a hostel propõe programas dedicados à temática, como apresentações e degustações de várias marcas de vinhos do Porto.

Via Publituris

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Bloco de Esquerda reafirma ser contra privatização do Aeroporto do Porto

O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara do Porto, João Teixeira Lopes, apresentou hoje um conjunto de medidas relacionadas com o turismo e a animação da cidade, manifestando-se contra a privatização do Aeroporto do Porto.

As ideias do candidato bloquista à autarquia portuense foram discutidas com os empresários do sector durante o debate promovido pela APHORT - Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo que decorreu no Hotel Infante Sagres.

"A principal questão que se coloca é que todo o desenvolvimento da cidade tem sido feito sem olhar para a hotelaria, comércio e restauração", explicou à Lusa João Teixeira Lopes, que deu o exemplo do Plano Director Municipal (PDM) da cidade, que permite "a concentração de grandes superfícies comerciais que têm feito o comércio a retalho sofrer elevadas perdas".

João Teixeira Lopes manifestou a clara oposição do BE em relação à privatização do Aeroporto do Porto, salientando neste aspecto um claro afastamento de opinião "quer em relação a Rui Rio, quer em relação a Elisa Ferreira". "Privatizar o aeroporto seria colocá-lo à mercê de interesses particulares divergentes, que resultaria num aeroporto destroçado", disse o bloquista que considera que a infra-estrutura "deve permanecer nas mãos do Estado mas com uma participação regional dum concelho consultivo".

Para o candidato do BE à Câmara do Porto "o que faz a produtividade das cidades não é a repetição de receitas mas sim a diferença" e "é o sentido de lugar" que tem permitido a algumas áreas - design, estética, hotéis de charme - adaptar-se ao contexto internacional.

João Teixeira Lopes acusou a Câmara do Porto de falta de "pró-actividade na formação e modernização dos operadores turísticos", considerando que a fórmula de sucesso para a promoção dos estabelecimentos é um "funcionamento em rede, por áreas e recorrendo a sinergias". A falta de uma rede de animação dos espaços públicos da cidade do Porto é outra das acusações feitas pelo BE à actual gestão camarária.

Outra das grandes preocupações de João Teixeira Lopes em relação à cidade tem a ver com a saída de população do Porto, que foi o "segundo concelho que mais população perdeu entre 2001 e 2005". "Numa cidade sem gente, não há turismo nem comércio que aguente", concluiu o candidato do BE.

Diário de Notícias

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Ferreira Leite promete gestão autónoma para Aeroporto Sá Carneiro

«Temos uma posição absolutamente clara e sem qualquer espécie de equívoco. Sejam quais forem as soluções que vierem a ser tomadas no futuro, nunca o Aeroporto Sá Carneiro será incluído num monopólio privado de gestão dos aeroportos. Será sempre algo que será considerado autónomo», afirmou Ferreira Leite.

A presidente do PSD falava no final de uma reunião com a Junta Metropolitana do Porto (JMP), a que faltaram os autarcas das cinco câmaras lideradas pelo PS, Matosinhos, Vila do Conde, Santo Tirso, Espinho e Arouca.

«Relativamente a questão do metropolitano, parece-me absolutamente inaceitável que, tendo havido um acordo entre a Área Metropolitana do Porto e o Governo para determinados objectivos, esses objectivos não tenham sido cumpridos e, portanto, ter-se-á de repor justamente tudo aquilo que estava acordado», realçou.

A gestão do metro do Porto voltará a ser maioritariamente da responsabilidade da junta metropolitana e não do Governo, como foi decidido pelo actual Executivo.

TSF

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Douro Azul acusa Menezes de querer deslocar os barcos do cais de Gaia por "perseguição"

A proposta que Luís Filipe Menezes apresentou ontem, de deslocar o porto do cais de Gaia para o Areinho de Oliveira do Douro deixou "perturbado" o dono da Douro Azul, a responsável por grande parte dos serviços de turismo fluvial na região. Mário Ferreira, proprietário e administrador da empresa, considera a decisão do presidente da câmara "prepotente"e queixa-se de "perseguição, no verdadeiro sentido da palavra".


Para Mário Ferreira, a continuidade dos barcos turísticos no cais de Gaia "parece ser um problema pessoal do autarca". "Parece ser um capricho próprio do senhor Filipe Menezes, desde o dia em que não via bem o fogo-de-artifício nas festas do São João".


Numa carta enviada a vários órgãos de comunicação social, o administrador da Douro Azul considera ainda que os planos de Menezes de transferir o fluxo turístico do centro histórico para Oliveira do Douro demonstram a "visão retrógrada e falta de mundo" do presidente da Câmara de Gaia. "Quer agora o senhor autarca retirar o turismo do coração histórico e enviá-lo para os arredores da cidade, onde as vistas serão uma fantástica bomba de gasolina e as roulottes de cachorro quente que ali se juntam durante a noite", ironiza Mário Ferreira, que lembra que estes planos nunca foram discutidos e que Menezes tomou esta decisão "sem nunca ter tido uma conversa com nenhum dos armadores".


No mesmo documento, o administrador da Douro Azul acusa Luís Filipe Menezes de ter "pressionado a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) para passar as margens [do rio] para o controlo da Câmara de Gaia", pedido que foi recusado, comenta, "porque prevaleceu o bom senso".


Mário Ferreira acusa ainda o autarca de lhe dirigir "constantes ataques subtis e sem frontalidade". Por isso, o administrador da Douro Azul admite poder vir a sofrer retaliações pelas denúncias que acaba de fazer. "Pronuncio-me consciente das retaliações futuras de que continuarei a ser alvo, mas nunca vítima", adverte Mário Ferreira.


Em resposta à reacção do administrador da Douro Azul, o vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, esclareceu ontem que os planos de alteração do porto "não visam atacar ninguém". E acrescentou que a reacção de Mário Ferreira "é própria de quem não conhece o projecto da autarquia".


Para o vice-presidente da Câmara de Gaia, as críticas do administrador da Douro Azul são "extemporâneas e despropositadas", porque não está nos planos da autarquia manter o Areinho de Oliveira do Douro isolado do resto da cidade. "Uma das propostas [da Câmara de Gaia] é a criação de um pólo turístico para a zona de Oliveira do Douro, com um centro náutico para barcos-hotéis", argumenta Marco António Costa, que acrescenta que está previsto manter os barcos turísticos mais pequenos a operar no cais de Gaia.


O vice-presidente da câmara explica, assim, que o projecto concebido para Oliveira do Douro visa criar ali uma situação muito semelhante à que existe actualmente no centro histórico. "Vamos fazer para norte o que já fizemos para sul, na marginal marítima", sublinha.



Público

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Base da Ryanair é importante para o turismo do Norte

O Primeiro-Ministro presidiu ao lançamento da primeira base da companhia de aviação Ryanair em Portugal. Na cerimónia, realizada no aeroporto do Porto, José Sócrates destacou a importância do investimento: «Mais voos, mais passageiros, mais turistas, mais actividade económica», que é «importante para a economia regional e para o turismo, que é um dos sectores mais importantes para a economia portuguesa».

A base da Ryanair representa um investimento de 146 milhões de euros e aumentará para dois milhões de passageiros o tráfego da companhia no Aeroporto Sá Carneiro. A infra-estrutura contará com três aviões que assegurarão um total de 21 rotas. O PM referiu ainda que o aeroporto Sá Carneiro tem tido «uma história de sucesso e tem resistido às oscilações do mercado», sendo a escolha do Porto pela Ryanair «da máxima importância para a continuação do sucesso».

Portal do Governo

sábado, 22 de agosto de 2009

Todos os meios servem para descobrir o Porto

De autocarro, barco, comboio turístico, eléctrico ou simplesmente a pé, milhares de pessoas escolhem conhecer a Invicta nas férias

O sol ainda vai alto, mas Diana, Cláudia e Cynthia correm frenéticas a tempo de apanhar o comboio turístico, estacionado junto à Sé Catedral, no Porto. Chegadas de Montreal, no Canadá, "há poucas horas", as três amigas, de 21 anos, têm consciência que "não podiam conhecer Portugal sem visitar o Porto". "É como se fôssemos a Roma e não víssemos o Papa", explicou, ao JN, Diana. Já Cláudia, de olhar preso sobre a paisagem, quer "descobrir a cidade cheia de história" de que lhe falaram alguns familiares.

"Pena só aqui ficarmos 24 horas. Seguimos, já amanhã, para Lisboa. Segue-se Nazaré, Peniche e os dois últimos dias serão passados em Lagos. Depois partimos para Espanha", adianta Cynthia.
Não há tempo para mais conversa... De sorriso estampado, Manuel Gouveia, que há cinco anos guia o comboio turístico, avisa por mímica que "faltam três minutos" para partir.

"Isto em Agosto é impressionante. A cidade fica à pinha com tanto turista", disse Manuel Gouveia, que não tem dúvidas de que "os espanhóis são os que vêm em maior número".
A avaliar pela língua que, nestes dias, mais se faz ouvir no posto de turismo, da Rua do Clube dos Fenianos, a informação está correcta. Pablo, 57 anos, de mapa aberto sobre o balcão, perguntava "se é longe para ir a pé até à Livraria Lello?!". Bastou perceber onde ficavam os Clérigos e preferiu seguir a pé. "É assim que melhor se conhece uma cidade", disse a despedir-se.
Mas, mais a baixo, junto ao Palácio das Cardosas, os autocarros panorâmicos de dois andares parecem formigas a correr desenfreadas. Uns atrás dos outros.

Os números fornecidos, ao JN, pela Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) confirma a procura: "Nos primeiros sete meses deste ano, a STCP transportou nos seus autocarros panorâmicos mais de 66 mil passageiros e nos eléctricos 'Porto Tram City Tour' quase oito mil turistas".

Mas, a manhã com os ponteiros do relógio a marcarem meio-dia está abrasadora na Baixa. Não corre uma ponta de vento. A solução é deixar os "souvenirs" da Rua de Santa Catarina "para mais tarde" e procurar a melhor forma de chegar ao rio. O funicular dos Guindais, junto à Universidade Moderna, surge no horizonte como um "oásis". Mas, "ulalá" com as vertigens, pairando o olhar sobre o rio Douro, desabafa Claudine, francesa, na companhia do marido, Patrick, e do filho, o pequeno Jean Paul, de três anos.

No sentido inverso, a subir para a Batalha, um grupo de italianos levantou a voz para criticar o sistema do funicular dos Guindais que obriga os deficientes motores a pagarem "um bilhete normal". "Em qualquer parte do Mundo os deficientes não pagam. Pelos vistos, só no Porto", reclamaram.

Já em "terra firme", Claudine, Patrick e Jean Paul ficam apenas cinco minutos. Tempo para comprarem os bilhetes e fazer um cruzeiro pelas pontes. Assim haja dinheiro e energia...

Descontos - Porto Card

O cartão turístico Porto Card é uma iniciativa do Gabinete de Turismo da Câmara Municipal do Porto e tem como objectivo promover a cidade e a marca Porto como "destino turístico de excelência". Entre outras vantagens, o Porto Card (que pode ser adquirido nos postos de turismo municipais) permite entrdas com redução em museus e monumentos, descontos em salas de espectáculo, cruzeiros no rio Douro, circuitos turísticos, restaurantes e lojas tradicionais, assim como a circulação gratuita na quase totalidade das linhas de metro, no funicular dos Guindais, e em toda a rede STCP. O preço do Porto Card varia entre os 3,50 euros (1 dia pedonal) e os 17,50 euros (72 horas consecutivas).

Passport VIP

O Porto VIP Passport resulta de uma parceria entre a STCP, a Carristur, a Douro Azul, as Caves Cálem, Serralves, a Casa da Música, o Museu Soares dos Reis, o Museu do Carro Eléctrico e o Sea Life. O bilhete dá descontos em transportes e nas entradas em museus e caves do vinho do Porto. Custa 39 euros.

Jornal de Notícias

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Oporto, escapada perfecta

Paseos por bodegas, recorridos neoclásicos o copas al aire fresco de la ribera del Duero son algunas de las ofertas de la capital del norte de Portugal.
En Oporto se duerme tapado en agosto. Esto puede ser ya de por sí un incentivo para los que en verano quieran huir de la quema sin poner muchos kilómetros de por medio. La capital del norte de Portugal encierra además múltiples atractivos que la convierten en una escapada perfecta. Ciudad portuaria con pinceladas inglesas, aires decadentes y una pátina vanguardista, Oporto ofrece, entre otras cosas, visitas a las bodegas de sus famosos vinos, ejemplos del mejor azulejo portugués, perlas novecentistas o cenas de bacalao fresco y copas en la ribera del río.

De bodegas

En el XVII los comerciantes ingleses, debido a las constantes guerras con la vecina Francia, tenían dificultades para importar los vinos de Burdeos. Se aficionaron así a los portugueses, pero éstos soportaban mal el cruce del canal. Para aguantar la travesía del Atlántico les añadieron aguardiente. Y así nació el Oporto.

Hoy, en Gaia, se concentran las grandes bodegas de este vino: Offley, Cálem, Ferreira, Sandeman, Ramos Pinto... Todas pueden ser visitadas. Algunas cobran (máximo cuatro euros), otras, como Croft, Cockburn, Quinta do Noval o Taylor's, regalan la visita con guía y una copa de ruby, blanco, y otra de twany, una de las variedades de tinto (mapa 1).

De azulejos

Portugal es cuna del azulejo artesanal. Es frecuente encontrarlo no sólo como decoración en interiores, sino como revestimiento de fachadas, una costumbre que se acentuó en el XVIcon el regreso de Brasil de emigrantes portugueses con los bolsillos llenos. Imprescindibles de Oporto son la Capilla de las almas (rua de Santa Catarina 428, m. 2), la Iglesia de San Ildefonso (praça da Batalha, m. 3), el interior de la Estación de San Benito (praça de Almeida Garret, m. 4), los azulejos que cubren el claustro gótico de la Catedral (terreiro da sé, m. 5) y la Iglesia del Carmo (rua do Carmo, m.6).

Paseo medieval

Oporto fue visigoda, romana, árabe... El gallego Vimara Pérez lideró la reconquista en el siglo IX y un siglo después, Teresa de León, madre de Alfonso I de Borgoña, primer rey de Portugal, donó las tierras de Oporto al obispo Don Hugo, que le otorgó el primer fuero.

Además de epicentro comercial, el Oporto medieval es pues tierra testigo de disputas, de las que dan testimonio, por ejemplo, la conocida como Muralla Primitiva (largo de Vandoma, .m. 7), la Murralla Fernandinacon su imponente Muro de Santa Clara (trecho de los Guindais, m. 8) o el Muro de los Soportales de la Ribeira (m.9).

Merecen también una visita la Catedral, de estilo románico y, sobre todo, su claustro (tres euros la entrada), la Iglesia de Santa Clara (largo 1 de Dezembro, m. 10), la Casa de la calle de la Reboleira (m. 11), la Iglesia de San Francisco (Rua do Infante D. Enrique, m. 12) o la Casa del Infante (dos euros y gratis los fines de semana, m. 13).

De la torre a la 'feitoria'

Oporto encierra varias perlas del barroco y del neoclasicismo portugués. Del primero son buenos ejemplos la Iglesia y Torre de los Clérigos, sello de la ciudad de 76 metros de altura (dos euros, rua de S. Joao Novo, m. 15), la fachada de la Iglesia de la Misericordia (rua das Flores. m. 16) o la Iglesia de la Orden do Terco (rua de Cimo de Vila, m. 17).

En la segunda mitad del XVIII, medio tutelado por la colonia inglesa, se llevó a cabo un importante plan de reforma urbanística que afectó a construcciones tanto civiles como religiosas.

De esta etapa son la la Iglesia de la Lapa (largo de Lapa, m. 18), el Hospital de San Antonio (lago P. Abel Salazar), el Palacio de la Bolsa (seis euros, rua Ferreira Borges, m. 19), la Feitoria Inglesa (R. do Infante Dom Henrique 8, m. 20) o la Plaza de la Ribeira, lugar perfecto para acabar el día en alguna de sus terrazas.

Museo, libro y café

Oporto también tiene su versión del famoso A Brasileira lisboeta. Se trata del café Majestic (Rua de Santa Catarina, 112, m. 21), un local novecentista que combina maderas y espejos, con terraza, un pequeño patio y precios ligeramente por encima de la media pero razonables. Otra visita obligada es la librería Lello & Irmão (rua das Carmelitas, 144, m. 22), una maravilla neogótica de finales del XIX.

Finalmente, merece la pena asomarse al Museo de Arte Contemporáneo de Serralves (cinco euros, rua D. João de Castro, 210, m. 23), diseñado por el pritzker Siza Vieira y, cerca de la rotonda de Boavista, a la Casa de la Música (tres euros, Avenida da Boavista, 604-610m m. 24) del holandés Rem Koolhaas.

Bacalao y callos

En las orillas del Duero, incluida la de Gaia, se encuentran la mayor parte de restaurantes y bares de copas. Los locales de Gaia tienen fama de ser más modernos pero más flojos que los que se concentran alrededor de la Plaza de la Ribeira. En realidad, en ambos lados se puede degustar un sabroso bacalhau, un caldo verde, tripas a moda do Porto (callos) o una lubina a la parrilla.

Chez Lapin (Rua dos Canastreiros, 40/42), por ejemplo, pese a su nombre, ofrece una carta tradicional que incluye variedad de pescado y vinos de la zona por unos 30¤ por persona. Como en muchos de los locales de la Riberia, se echa de menos una mejor ventilación. En Gaia, el Bacalhoerio (Avenida Diogo Leite, 74) sólo tiene dos segundos de carne. El resto es todo bacalao de mil formas. Sabroso y bien servido. En la misma zona, los picos más finos se pueden cruzar al Dom Tonho (Cais da Ribeira, 13), moderno, bien puesto, con carta variada pero precios alegres.

Fuera de circuito, en la Praça da Batalha hay varías churrasquerías poco sofisticadas pero muy asequibles. Carnes y pescados a la brasa, vino y caipiriña por 20 euros. Muy recomendables.

El País

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A Piscina dos Aliados

Já que se volta a falar da Avenida dos Aliados, aproveito para fazer um reparo que já há muito me parece relevante.

O espelho de água terá sido construído com a melhor das intenções, mas com muito pouco bom senso. Como seria previsível desde o início, ele tem antes servido a função de piscina: nos dias de calor é frequente ver crianças e jovens a refrescarem-se em cuecas naquela água imprópria para consumo.

Não é nada dignificante que este tipo de situações pitorescas sucedam naquele que é o salão nobre da nossa cidade. Não é a forma como pretendemos viver a Baixa, não é assim que nos posicionamos como um destino turístico de qualidade (que contraste com a imagem do vinho do Porto...), e não impressiona potenciais investidores estrangeiros.

Estamos sempre a tempo de corrigir o tiro e retirar dali a "piscina". Ou então assuma-se que é uma piscina, limpe-se a água e contrate-se um nadador salvador. Assim é que não.

Concertos tardios continuam na zona histórica do Porto

A realização de eventos deveria servir para atrair turistas e animar a zona histórica do Porto. Não para afastar turistas e perturbar os moradores. Existirá algum motivo para que os concertos não terminem à meia-noite, ou é apenas má organização e desleixo?

De pouco vale levar o Turismo do Douro levar 40 embaixadores a visitar o Douro se depois tratamos assim outros potenciais embaixadores. A criação de um destino turístico de qualidade não se compadece com este tipo de situações. Nem a atracção de moradores para a Baixa.

"Domingo de manhã, o alcaide da cidade de Fez, Marrocos, arrumou as malas e saiu apressadamente do Hotel Infante de Sagres, no Porto, onde ia ficar mais duas noites, com familiares. "Não fico mais aqui, passei uma noite de pesadelo", disse ao director do hotel, Paulo Carvalho, que ontem contou o sucedido ao JN, sublinhando que este cliente VIP foi apenas um dos que decidiu não voltar ao hotel de cinco estrelas por causa do barulho dos concertos que estão a decorrer todos os sábados, desde 16 de Julho, na Praça Filipa de Lencastre.


"Fiquei mortificado de vergonha. Perdi um grande cliente, que é presidente da Câmara de uma cidade turística com mais de um milhão de habitantes, perdi três noites de estadia, mas o mais importante é ter perdido a imagem, que é inquantificável", disse, indignado, ao JN, o responsável do hotel.


Desde que os concertos do ciclo Downtown Sounds começaram naquela praça - há actuações agendadas até 19 de Setembro, todos os sábados à noite, a partir das 22.30 horas - que Paulo Carvalho adquiriu o hábito de pedir desculpas a quem pernoita no hotel situado do outro lado da rua do palco. "Houve clientes que disseram que não punham mais cá os pés e temos tido muitas reclamações", relatou, ressalvando não ser contra a animação na Baixa, mas sim contra a forma como o evento está a ser controlado.


"O primeiro concerto acabou às quatro da manhã e este fim-de-semana acabou à uma da manhã. Chamámos a Polícia, que nada fez, dizendo que havia autorização", contou o director da unidade hoteleira. Além disso, "todos os sábados e domingos de manhã temos que deitar lixívia pura na entrada do hotel, porque fazem lá necessidades. E há ainda os vidros, os copos e as garrafas", assinalou. Diz ter tentado obter esclarecimentos junto da empresa municipal PortoLazer, que promove a animação na Baixa no Verão, sem sucesso.


Recorde-se que, no final de Julho, perante queixas da Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT), a Porto Lazer comprometeu-se a cumprir rigorosamente o horário de fim dos concertos, que é à meia-noite. O JN tentou ontem, sem sucesso, falar com o director da empresa municipal. "

Jornal de Notícias

FARO: Aumento do turismo com mais ligações aéreas ao Porto

A Câmara de Faro manifestou-se hoje satisfeita com a decisão da companhia aérea Ryanair de iniciar em Outubro quatro ligações aéreas por semana entre o Algarve e o Porto, considerando que é uma medida que valorizará o turismo na região.


Em comunicado de imprensa, o presidente da Câmara, elogiou "a decisão da companhia aérea Ryanair" de iniciar voos entre Faro e o Porto "às segundas, quartas, sextas-feiras e domingos" já a partir de Outubro deste ano. Para José Apolinário, "esta aposta da companhia é uma mais valia para o crescimento do turismo no Algarve e, em particular, na região de Faro".

A "nova rota marca a aposta do Algarve no mercado interno e no turismo nacional enquanto parte fundamental do desenvolvimento da região", lê-se no comunicado de imprensa.

Observatório do Algarve

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ryanair anuncia rota doméstica e 3º avião no Porto

A companhia low-cost irlandesa anunciou a entrada oficial no mercado doméstico português, com a abertura da rota entre Porto e Faro, que deverá começar a operação em Outubro. Além da entrada no mercado doméstico, a Ryanair anunciou ainda o lançamento de duas rotas que ligarão a cidade Invicta às cidades alemãs de Dusseldorf e Karlsruhe. A companhia espera conseguir captar 200 mil passageiros por ano através das novas rotas. Para comemorar as novidades da sua oferta a companhia irlandesa vai disponibilizar um milhão de lugares a 1 euro (com taxas incluídas) para viagens a realizar entre Outubro e Novembro. As reservas têm de ser efectuadas entre os dias 6 e 7 de Agosto.

Outra das novidades da low cost é o reforço da sua base no Aeroporto Sá Carneiro com uma terceira aeronave, que iniciará operações em Setembro, e que representa um investimento de mais de 70 milhões de euros.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Ryanair lança primeira rota doméstica em Portugal (Porto - Faro)

A companhia aérea Ryanair anunciou hoje que vai arrancar com a primeira rota doméstica em Portugal. A primeira ligação será entre o Porto e Faro e vai começar a Outubro.

Em conferência de imprensa, a Ryanair adiantou que investiu mais 70 milhões de euros no novo avião para a base do Porto, que começa a funcionar em Setembro. No total a base vai ter três aviões, o que representa um investimento 210 milhões de euros.

Sobre planos de lançar outras rotas domésticas, nomeadamente a ligação entre Lisboa-Porto, a Ryanair não avançou com datas.

A companhia aérea aproveitou ainda para anunciar mais duas rotas a partir do Porto para duas cidades alemãs (Dusseldorf e Karlsruhe).

A partir de amanhã e até sexta-feira, a Ranair oferece um milhão de bilhetes para estas três rotas a um euro.

Jornal de Negócios

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Promoção do Porto Via Youtube - Reacções

Respostas à proposta de promoção do Porto via youtube:

http://www.porto.taf.net/dp/node/5735

http://www.porto.taf.net/dp/node/5736

http://www.porto.taf.net/dp/node/5737

Abertas candidaturas ao concurso "Best of Wine Tourism" 2010

O concurso “Best of Wine Tourism” já abriu candidaturas para a edição 2009-2010. Esta iniciativa - integrada na Great Wine Capital Global Network - promovida pela Câmara Municipal do Porto (CMP) desde 2003 visa premiar os melhores serviços de enoturismo, no caso de Portugal, pelas regiões do Douro e dos Vinhos Verdes. Mais informações disponíveis no website da CMP (www.cm-porto.pt) ou em www.greatwinecapitals.com.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Muitos pensam que o vinho do Porto ganhou esta designação porque anda de porto em porto...

Defende que, mesmo neste contexto, Portugal tem de trabalhar na imagem que projecta lá para fora. Na sua opinião, como se poderia construir a marca do país?

Uma área que facilmente poderia projectar Portugal é o vinho. É uma área em crescimento e da qual todos gostam. O único sítio do mundo onde se pode fabricar vinho do Porto é em Portugal. O Douro é uma região demarcada há séculos e não percebo porque é que ninguém no mundo ainda reparou nisso. Muitos pensam que o vinho do Porto ganhou esta designação porque anda de porto em porto, da cidade do Porto para o Reino Unido. As pessoas não sabem. E sabem que o champanhe é produzido em França.

Para além do vinho do Porto, que outra áreas podem “vender” Portugal?

As energias renováveis. Se olharmos para qualquer estatística Portugal está nos primeiros lugares da produção de energia solar, eólica, co-geração... Penso que agora é preciso que alguém crie a imagem de Portugal como o centro mundial das energias verdes. Teria um impacto no sistema de educação, na investigação e desenvolvimento, na atracção de universidades e de investimento.

É uma questão de comunicação?

Não só. É uma questão de parcerias entre o sector privado e o público. Teria de ser um projecto de importância nacional. E tem de ser feito hoje. Esse lugar, de centro mundial das energias verdes, ainda não está ocupado. Um qualquer país que faça seminários, publique artigos de investigação e crie um logótipo interessante vai tirar o lugar de Portugal.

Portugal sempre investiu em campanhas de promoção externa, nomadamente do turismo.

Ainda bem que fala nisso. O problema é que não se percebe onde está a marca Portugal. Perdeu-se. Espanha teve imenso sucesso com aquela imagem do Miró [o símbolo oficial do turismo espanhol foi feito pelo pintor Joan Miró em 1983] e agora já nem a precisa de usar. Precisavam de concentrar-se numa marca. Não basta fazer publicidade na CNN. Devem focar-se nos principais mercados europeus.

A mais recente campanha de promoção externa apresenta Portugal como a Costa Oeste da Europa e aposta nas energias renováveis.

O que é que as energias renováveis têm a ver com turismo?

O objectivo é mudar a percepção que se tem do país. Também mostra retratos de Cristiano Ronaldo e de José Mourinho.

Isso é interessante. Li um artigo numa revista de renome sobre a transferência do Cristiano Ronaldo para o Real Madrid. Dizia que o jogador era muito popular em Espanha, mas que o seu estilo hispânico lhe dava popularidade global... Ele é português! Também não se devem misturar temas como as energias renováveis e figuras públicas. Ou seja, a mensagem tem de ser clara.

Entrevista a Anupam Prakash ao Público, consultor da Hewitt Associates e especialista em globalização.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Barco rabelo será estrela em França

O barco rabelo e o único estaleiro que ainda o constrói, em Gaia, estarão em destaque na cidade de Orleães em França, num festival de embarções fluviais. Há dois anos, a iniciativa juntou mais de 200 barcos e 500 mil pessoas.

A Socrenaval, empresa instalada há largas décadas junto ao cais de Gaia, foi a escolhida pelos organizadores para representar Portugal no Festival de Loire, que se realizará, entre os dias 23 e 27 de Setembro, em Orleães, cidade a cerca de 130 quilómetros de Paris. "Foi uma surpresa. No ano passado representantes da organização estiveram no estaleiro e manifestaram interesse na presença de um barco rabelo e do nosso estaleiro no festival", revelou António Sousa, sócio-gerente da empresa.

O barco será o das Caves Gran Cruz (empresa de capitais franceses), que será transportado por terra, e o estaleiro estará representado por três carpinteiros, que irão fazer uma espadela (leme do barco rabelo).

Dos diversos contactos estabelecidos pela organização, resultou, ainda, a assinatura de um protocolo entre as autarquias de Gaia e de Orleães e, por via dele, irá realizar-se uma mostra gastronómica . "Convidaram, igualmente, o Museu do Douro e a Região de Turismo do Porto.

Posteriormente, a empresa organizadora decidiu contactar outras câmaras e garantiu a presença de um moliceiro, da região de Aveiro, e de um barco do Tejo [do Seixal]", referiu António Sousa.
O Festival de Loire (que se realiza a cada dois anos) juntou, em 2007, mais de 200 barcos, numa frente de rio com cerca de 1,5 quilómetros, e atraiu cerca de meio milhão de visitantes.

Os barcos do festival vão oferecer um espectáculo permanente, com regatas, comboios de embarcações, transporte de animais e paradas, entre outras iniciativas.

Afirma a organização que a escolha de Portugal como país em destaque se ficou a dever aos "traços comuns entre a região de Loire e a história dos rios portugueses, nomeadamente o seu passado como eixos comerciais em especial com a ascensão do vinho do Porto e a classificação do Douro como património mundial da UNESCO [tal como o vale de Loire]".

A organização disponibiliza toda a informação no sítio http://www.festivaldeloire.com/.

Jornal de Notícias

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Associação de Hotelaria critica empresa municipal devido a concertos tardios junto a hotel de cinco estrelas

A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) criticou hoje a empresa municipal Porto Lazer por continuar a autorizar a realização de concertos que têm incomodado os hóspedes do hotel Infante Sagres, no Porto.

A realização de concertos na Praça Filipa de Lencastre tem motivado diversas queixas das pessoas alojadas naquele hotel de cinco estrelas, pelo que a associação e a unidade hoteleira temem que o turismo do Porto seja prejudicado.

"A animação da Baixa não pode ser feita a qualquer custo", reclama a APHORT, em comunicado enviado à Lusa. António Conde Pinto, presidente executivo da APHORT, defende que "há outros locais onde se poderiam fazer os concertos, sem prejuízo de ninguém" e refere que isso mesmo já foi sugerido à Porto Lazer. Outra das sugestões apresentadas, no contacto feito com a empresa municipal, foi a "antecipação do horário" dos concertos.

A Porto Lazer acolheu bem a sugestão e já tinha deixado essa indicação à organização do evento, no concerto realizado no passado fim-de-semana. Agora, o director da empresa, Ricardo Almeida, deixa a promessa de acabar com os concertos, caso o incumprimento dos horários se repita no sábado. "Depois do primeiro contacto, falámos com a organização, que são os bares daquela zona, para que os concertos não terminassem depois da meia-noite. O último prolongou-se por 30 ou 40 minutos e já chamámos a atenção de que tal não se pode repetir, caso contrário não serão permitidos mais concertos", disse à Lusa Ricardo Almeida.

Assim, para o concerto de sábado na Praça Filipa de Lencastre, a ordem é para que a música comece às 22:00 e que termine antes da meia-noite, ou "não existirá um quarto espectáculo", avisa Ricardo Almeida.

A APHORT não gostou de ver anunciado um novo concerto para este local e destaca que, embora compreenda "a importância destas iniciativas para a revitalização da Baixa", considera que "esta animação não deverá ser feita a qualquer custo, comprometendo a actividade económica" instalada naquela zona da cidade.

Procurando dar resposta aos pedidos que lhe têm chegado por parte de alguns dos seus associados e considerando que esta situação contribui para a transmissão de uma imagem negativa junto dos visitantes da cidade, a APHORT solicitou já à referida entidade a transferência dos referidos concertos para outro local.

Expresso