O Primeiro-Ministro presidiu ao lançamento da primeira base da companhia de aviação Ryanair em Portugal. Na cerimónia, realizada no aeroporto do Porto, José Sócrates destacou a importância do investimento: «Mais voos, mais passageiros, mais turistas, mais actividade económica», que é «importante para a economia regional e para o turismo, que é um dos sectores mais importantes para a economia portuguesa».
A base da Ryanair representa um investimento de 146 milhões de euros e aumentará para dois milhões de passageiros o tráfego da companhia no Aeroporto Sá Carneiro. A infra-estrutura contará com três aviões que assegurarão um total de 21 rotas. O PM referiu ainda que o aeroporto Sá Carneiro tem tido «uma história de sucesso e tem resistido às oscilações do mercado», sendo a escolha do Porto pela Ryanair «da máxima importância para a continuação do sucesso».
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Base da Ryanair é importante para o turismo do Norte
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quinta-feira, setembro 03, 2009
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
Posto de Turismo do Gerês em degradação permanente
O Posto de Turismo da Vila do Gerês, que pertence à Região de Turismo do Alto Minho, é um mau exemplo para a recepção dos turistas, que em alturas de férias rumam ao Gerês para conhecer as belezas naturais da região.
Mau exemplo, devido às condições físicas que este oferece e aos meios que se encontram ao dispor dos turistas, que nele procuram a informação necessária para conhecer a zona. Informação como mapas, livros, contactos, meios multimédia, entre outros.
Para que se consiga chegar até ao Posto de Turismo que se encontra bem no centro da Vila é complicado porque a sinalética é insuficiente e só com a ajuda de residentes e de pessoas que já conhecem é que se consegue chegar ao local. Assim que se encontra o referido Posto de Turismo nota-se que este não apresenta as melhores condições, basta reparar no aspecto exterior bastante degradado e desadequado.
O interior é bastante acanhado, pequeno, que obriga as pessoas a aguardar a sua vez no exterior, em alturas de maior afluência de turistas. Além disso, não apresenta melhores condições, antes piores e bem visíveis a olho nu. As paredes estão cheias de humidade, sendo necessário cobrir alguns espaços com mapas e cartazes para tentar encobrir as manchas negras. O mobiliário é muito desadequado ao espaço e à função que lhe é devida. Trata-se de mobiliário de escritório velho, algum dele partido e que tem de ser milimetricamente arrumado de forma a caber nesse espaço exíguo.
A falta de espaço obriga a que os caixotes e a mercadoria tenham de ficar à vista desarmada, o que dá um certo aspecto de desarrumo. A recepção de pessoas que eventualmente pretendam sentar para aguardar a sua vez é em cadeiras de plástico, que, hoje em dia, nem nas esplanadas se vêem. Até mesmo a cadeira da funcionária é de plástico, estando tapada com uma manta para quebrar o mau aspecto.
Através de um olhar mais atento podem-se reparar fios eléctricos à vista e tomadas em más condições. O piso não apresenta as melhores condições, dada a idade que apresenta. O tecto, forrado com troncos de madeira, tem algumas fissuras que deixa cair lixo em determinadas alturas.
Na época de Inverno, este Posto de Turismo não apresenta condições dignas de recepção de um turista por ser um lugar extremamente frio, sem um aquecimento em perfeitas condições, pois apenas existe um aquecedor doméstico. Além disso, em época de chuvas nota-se a humidade que escorre pelas paredes.
Para tentar embelezar o espaço e de forma a minimizar a imagens das instalações, existem algumas prateleiras com artesanato da região, que tapam parte das mazelas a descoberto. Quanto às instalações sanitárias não foi possível verificar em que condições se encontram.
Este espaço não apresenta os meios multimédia exigidos num Posto de Informação turística. Não tem uma ligação á Internet para contacto directo com a delegação e o único equipamento informático não ser das melhores condições. Há quem questione o funcionamento do plano tecnológico e do simplex por esta zona.
A informação disponível no momento da visita é muito pouco. Os mapas da região são uma fotocópia de reduzidas dimensões e quando estes estão disponíveis. Existiram alturas de grande afluência turística quem nem mapas gratuitos ou pagos existiam para fornecer aos turistas, tendo a funcionária de se limitar a explicar ao acaso os pontos de interesse.
São recorrentes o número de reclamações que têm sido expostas por escrito por parte dos turistas que procuram um mínimo de informação para conhecer a zona para onde decidem passar as suas férias.
Estas condições perduram há muitos anos, sem que exista da parte do município de Terras de Bouro e da Região de Turismo do Alto Minho qualquer intenção de mudar esta situação. Também da parte dos Empresários de Hotelaria não é visível a vontade de união e mudança de algo de extrema importância como um Posto de Turismo, que é o local de recepção de turistas e que deve ser a primeira e melhor imagem a causar a quem visita o Gerês.
Jornal de Notícias
Mau exemplo, devido às condições físicas que este oferece e aos meios que se encontram ao dispor dos turistas, que nele procuram a informação necessária para conhecer a zona. Informação como mapas, livros, contactos, meios multimédia, entre outros.
Para que se consiga chegar até ao Posto de Turismo que se encontra bem no centro da Vila é complicado porque a sinalética é insuficiente e só com a ajuda de residentes e de pessoas que já conhecem é que se consegue chegar ao local. Assim que se encontra o referido Posto de Turismo nota-se que este não apresenta as melhores condições, basta reparar no aspecto exterior bastante degradado e desadequado.
O interior é bastante acanhado, pequeno, que obriga as pessoas a aguardar a sua vez no exterior, em alturas de maior afluência de turistas. Além disso, não apresenta melhores condições, antes piores e bem visíveis a olho nu. As paredes estão cheias de humidade, sendo necessário cobrir alguns espaços com mapas e cartazes para tentar encobrir as manchas negras. O mobiliário é muito desadequado ao espaço e à função que lhe é devida. Trata-se de mobiliário de escritório velho, algum dele partido e que tem de ser milimetricamente arrumado de forma a caber nesse espaço exíguo.
A falta de espaço obriga a que os caixotes e a mercadoria tenham de ficar à vista desarmada, o que dá um certo aspecto de desarrumo. A recepção de pessoas que eventualmente pretendam sentar para aguardar a sua vez é em cadeiras de plástico, que, hoje em dia, nem nas esplanadas se vêem. Até mesmo a cadeira da funcionária é de plástico, estando tapada com uma manta para quebrar o mau aspecto.
Através de um olhar mais atento podem-se reparar fios eléctricos à vista e tomadas em más condições. O piso não apresenta as melhores condições, dada a idade que apresenta. O tecto, forrado com troncos de madeira, tem algumas fissuras que deixa cair lixo em determinadas alturas.
Na época de Inverno, este Posto de Turismo não apresenta condições dignas de recepção de um turista por ser um lugar extremamente frio, sem um aquecimento em perfeitas condições, pois apenas existe um aquecedor doméstico. Além disso, em época de chuvas nota-se a humidade que escorre pelas paredes.
Para tentar embelezar o espaço e de forma a minimizar a imagens das instalações, existem algumas prateleiras com artesanato da região, que tapam parte das mazelas a descoberto. Quanto às instalações sanitárias não foi possível verificar em que condições se encontram.
Este espaço não apresenta os meios multimédia exigidos num Posto de Informação turística. Não tem uma ligação á Internet para contacto directo com a delegação e o único equipamento informático não ser das melhores condições. Há quem questione o funcionamento do plano tecnológico e do simplex por esta zona.
A informação disponível no momento da visita é muito pouco. Os mapas da região são uma fotocópia de reduzidas dimensões e quando estes estão disponíveis. Existiram alturas de grande afluência turística quem nem mapas gratuitos ou pagos existiam para fornecer aos turistas, tendo a funcionária de se limitar a explicar ao acaso os pontos de interesse.
São recorrentes o número de reclamações que têm sido expostas por escrito por parte dos turistas que procuram um mínimo de informação para conhecer a zona para onde decidem passar as suas férias.
Estas condições perduram há muitos anos, sem que exista da parte do município de Terras de Bouro e da Região de Turismo do Alto Minho qualquer intenção de mudar esta situação. Também da parte dos Empresários de Hotelaria não é visível a vontade de união e mudança de algo de extrema importância como um Posto de Turismo, que é o local de recepção de turistas e que deve ser a primeira e melhor imagem a causar a quem visita o Gerês.
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terça-feira, setembro 01, 2009
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Norte,
Postos de turismo
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Romaria da Senhora d'Agonia custa 400 mil euros e gera negócios de mais de 10 milhões
A Romaria da Senhora d'Agonia vai gerar, este ano, um volume de negócios que ascenderá a mais de dez milhões de euros, entre restauração, alojamento, comércio e serviços, mas a festa, propriamente dita, custa apenas 400 mil euros. Apenas 80 mil são dinheiros públicos, atribuídos directamente pela Câmara de Viana do Castelo.
"As contas são fáceis de fazer. Falamos de mais de 700 mil pessoas ao longo dos dias da festa e se por cada uma fizermos um gasto de 15 a 20 euros, que dá para duas refeições e uma lembrança, chegamos a um negócio de vários milhões", explicou ao DN Francisco Sampaio, ex-presidente da Região de Turismo do Alto-Minho e da organização da Romaria. Desta forma, segundo contas oficiais, a romaria poderá gerar, directa ou indirectamente, entre 10 a 15 milhões de euros. "Esse valor pode ser ainda superior porque a nossa expectativa é de ter um milhão de forasteiros. Não vem ninguém à festa que tenha para gastar 20 a 30 euros para gastar", acrescentou.
Fernanda Natário, proprietária da típica pastelaria Manel Natário, vê o trabalho aumentar durante as Festas. "O Biscoito de Viana, que é uma patente registada nossa, as meias luas, as bolas de berlim, os manjericos, os salgadinhos" são os produtos mais procurados por quem visita esta pastelaria no centro de Viana, garante a "herdeira" do negócio do falecido "Manelzinho Natario". "Há cada vez mais trabalho, sobretudo nesta altura", diz ainda. As lojas de produtos regionais também um ponto de paragem para os forasteiros, sobretudo durante a festa. Carla Ivone, funcionária de uma loja regional, nota mais visitas ao estabelecimento onde trabalha desde de pequena. Mas maioritariamente emigrantes "que vêm comprar os trajes regionais". "Já o turista compra os postais e pouco mais", lamenta.
Diário de Notícias
"As contas são fáceis de fazer. Falamos de mais de 700 mil pessoas ao longo dos dias da festa e se por cada uma fizermos um gasto de 15 a 20 euros, que dá para duas refeições e uma lembrança, chegamos a um negócio de vários milhões", explicou ao DN Francisco Sampaio, ex-presidente da Região de Turismo do Alto-Minho e da organização da Romaria. Desta forma, segundo contas oficiais, a romaria poderá gerar, directa ou indirectamente, entre 10 a 15 milhões de euros. "Esse valor pode ser ainda superior porque a nossa expectativa é de ter um milhão de forasteiros. Não vem ninguém à festa que tenha para gastar 20 a 30 euros para gastar", acrescentou.
Fernanda Natário, proprietária da típica pastelaria Manel Natário, vê o trabalho aumentar durante as Festas. "O Biscoito de Viana, que é uma patente registada nossa, as meias luas, as bolas de berlim, os manjericos, os salgadinhos" são os produtos mais procurados por quem visita esta pastelaria no centro de Viana, garante a "herdeira" do negócio do falecido "Manelzinho Natario". "Há cada vez mais trabalho, sobretudo nesta altura", diz ainda. As lojas de produtos regionais também um ponto de paragem para os forasteiros, sobretudo durante a festa. Carla Ivone, funcionária de uma loja regional, nota mais visitas ao estabelecimento onde trabalha desde de pequena. Mas maioritariamente emigrantes "que vêm comprar os trajes regionais". "Já o turista compra os postais e pouco mais", lamenta.
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sexta-feira, agosto 21, 2009
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Animação Turística,
Minho,
Norte,
Turismo Religioso
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Norte pode ser o terceiro destino turístico português
"O turismo volta a ser lembrado como um sector importante para o desenvolvimento, nomeadamente do Norte do país. “O Norte tem potencial para ser o terceiro destino turístico nacional”. Uma das ideias chave que saiu de um encontro que se realizou – estamos a falar das Jornadas Municipais sobre o Turismo -, recentemente, no Instituto Empresarial do Minho (IEMinho), em Vila Verde. “Dos 10 produtos considerados estratégicos para o turismo nacional, o Norte tem seis deles”, destaca Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.
Mas, para que isto aconteça, é preciso proceder a algumas mudanças. Melchior Moreira destaca o papel das autarquias, nomeadamente no redimensionamento de novas formas de intervenção no sector, alertando ainda os empresários para o facto de se estar a vender mal a região. “Não se está a saber vender com qualidade o território e a marca região”, sublinha. E Melchior Moreira continua o seu raciocínio ao afirmar que é “fundamental saber vender a região, os destinos e os produtos”. Uma opinião partilhada por outros dos oradores presentes nestas jornadas. O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, José Manuel Fernandes, fala na necessidade de o Norte “aproveitar os seus recursos endógenos, usando o turismo para promover o emprego”. O edil alertou ainda para a “falta de equidade na atribuição dos incentivos de apoio ao turismo na região”.
António Marques, a falar pelo IEMinho, mostra o interesse deste instituto em ver estas ideias andarem para a frente. “Estamos a falar numa região relevante, como é o caso do Norte, e numa sub-região do Minho, como é o Cávado, às quais o IEMinho não pode ficar indiferente”.
Internacionalização da região é fundamental
E que mais se pode fazer em nome do turismo nortenho? Ora, Nuno Fazenda, perito coordenador da Agenda Regional de Turismo/CCDRN, fala da “internacionalização da região” como algo de crucial a que se deve juntar ainda uma “aplicação eficaz dos fundos estruturais”. E acrescenta: “Não se pode desenvolver a região assente, apenas, num único destino”. O mesmo se pode dizer em relação aos mercados emissores: estes não podem ser vistos com um único olhar. O mercado, destaca Agostinho Peixoto, do Gabinete de Apoio ao Investidor, Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal, “não é o mesmo”. E isto porque, como explica este especialista, as necessidades e os desejos dos turistas não são os mesmos. “O fenómeno low-cost e as novas tecnologias trouxeram uma nova forma de ver o turismo e, por isso, é fundamental haver um reposicionamento do mercado”, referiu ainda Agostinho Peixoto."
Vida Económica - 19.12.2008
Mas, para que isto aconteça, é preciso proceder a algumas mudanças. Melchior Moreira destaca o papel das autarquias, nomeadamente no redimensionamento de novas formas de intervenção no sector, alertando ainda os empresários para o facto de se estar a vender mal a região. “Não se está a saber vender com qualidade o território e a marca região”, sublinha. E Melchior Moreira continua o seu raciocínio ao afirmar que é “fundamental saber vender a região, os destinos e os produtos”. Uma opinião partilhada por outros dos oradores presentes nestas jornadas. O presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, José Manuel Fernandes, fala na necessidade de o Norte “aproveitar os seus recursos endógenos, usando o turismo para promover o emprego”. O edil alertou ainda para a “falta de equidade na atribuição dos incentivos de apoio ao turismo na região”.
António Marques, a falar pelo IEMinho, mostra o interesse deste instituto em ver estas ideias andarem para a frente. “Estamos a falar numa região relevante, como é o caso do Norte, e numa sub-região do Minho, como é o Cávado, às quais o IEMinho não pode ficar indiferente”.
Internacionalização da região é fundamental
E que mais se pode fazer em nome do turismo nortenho? Ora, Nuno Fazenda, perito coordenador da Agenda Regional de Turismo/CCDRN, fala da “internacionalização da região” como algo de crucial a que se deve juntar ainda uma “aplicação eficaz dos fundos estruturais”. E acrescenta: “Não se pode desenvolver a região assente, apenas, num único destino”. O mesmo se pode dizer em relação aos mercados emissores: estes não podem ser vistos com um único olhar. O mercado, destaca Agostinho Peixoto, do Gabinete de Apoio ao Investidor, Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal, “não é o mesmo”. E isto porque, como explica este especialista, as necessidades e os desejos dos turistas não são os mesmos. “O fenómeno low-cost e as novas tecnologias trouxeram uma nova forma de ver o turismo e, por isso, é fundamental haver um reposicionamento do mercado”, referiu ainda Agostinho Peixoto."
Vida Económica - 19.12.2008
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